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        <title>WCS Brasil</title> 
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    <title>RDS Igap&#243;-a&#231;&#250; recebe primeira Oficina de Turismo de Base Comunit&#225;ria</title> 
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    <description>

Oficina facilitada pela WCS Brasil reuniu comunit&#225;rios, &#243;rg&#227;os p&#250;blicos e organiza&#231;&#245;es da sociedade civil

Nos dias 19 e 20 de julho, a Reserva de Desenvolvimento Sustent&#225;vel (RDS) Igap&#243;-a&#231;&#250; recebeu a primeira Oficina de Turismo de Base Comunit&#225;ria, uma iniciativa da WCS Brasil com o objetivo de fortalecer o protagonismo local no desenvolvimento de atividades tur&#237;sticas sustent&#225;veis e alinhadas aos valores socioculturais da regi&#227;o.

A oficina contou com a presen&#231;a de representantes da Secretaria Municipal de Turismo de Careiro Castanho, da Casa do Rio, al&#233;m de moradores e lideran&#231;as de seis comunidades locais: Nova Gera&#231;&#227;o, S&#227;o Sebasti&#227;o do Igap&#243;-a&#231;&#250;, Lago do Tracaj&#225;, Aldeia do Piranha, Aldeia do Marinheiro e Lago do Mamori.

Diagn&#243;stico participativo -&amp;nbsp; A programa&#231;&#227;o teve in&#237;cio nos dias 12 e 13 de julho, com uma visita t&#233;cnica conduzida por Rodrigo Os&#243;rio, consultor contratado pela WCS Brasil. Ele percorreu comunidades que j&#225; desenvolvem iniciativas tur&#237;sticas, buscando compreender suas din&#226;micas e identificar boas pr&#225;ticas locais.

Na sequ&#234;ncia, a partir do dia 15 de julho, foi realizada uma prospec&#231;&#227;o fluvial no rio Igap&#243;-a&#231;&#250;, com visitas aos pontos indicados pelas comunidades como potenciais atrativos tur&#237;sticos. Cachoeiras, trilhas, paisagens naturais e express&#245;es culturais foram mapeadas de forma colaborativa com os moradores.

Oficina e constru&#231;&#227;o coletiva - Durante os dois dias de oficina, os resultados das visitas t&#233;cnicas foram apresentados &#224;s comunidades como ponto de partida para reflex&#245;es e planejamento. Em um ambiente de escuta ativa e troca de saberes, foram abordados conceitos-chave sobre Turismo de Base Comunit&#225;ria (TBC), com &#234;nfase na valoriza&#231;&#227;o da cultura local, no respeito ao meio ambiente e na gera&#231;&#227;o de renda de forma justa e compartilhada.

Entre as din&#226;micas propostas, os participantes desenharam roteiros tur&#237;sticos poss&#237;veis, construindo coletivamente pacotes para diferentes perfis de visitantes. As discuss&#245;es tamb&#233;m revelaram os desejos e expectativas das comunidades em rela&#231;&#227;o &#224; legitima&#231;&#227;o e amplia&#231;&#227;o do turismo como atividade sustent&#225;vel no territ&#243;rio.

&amp;ldquo;A oficina foi muito importante para o fortalecimento do Turismo de Base Comunit&#225;ria, contribuindo diretamente para o desenvolvimento social e econ&#244;mico da nossa comunidade. Por aqui, seguimos confiantes de que iniciativas como essa s&#227;o fundamentais para promover a valoriza&#231;&#227;o dos saberes locais, a gera&#231;&#227;o de renda sustent&#225;vel e a conserva&#231;&#227;o do nosso territ&#243;rio&amp;rdquo;, afirmou a Rayane Batista da Silva, representante da Associa&#231;&#227;o de Moradores Tradicionais da Reserva de Desenvolvimento Sustent&#225;vel do Igap&#243;-a&#231;&#250;.

Fortalecimento de parcerias - Para a WCS Brasil, a oficina foi um passo importante para consolidar parcerias locais e promover o turismo como ferramenta de conserva&#231;&#227;o da biodiversidade e valoriza&#231;&#227;o dos modos de vida tradicionais. A presen&#231;a de &#243;rg&#227;os p&#250;blicos e organiza&#231;&#245;es da sociedade civil refor&#231;ou o compromisso com a constru&#231;&#227;o de uma agenda integrada de desenvolvimento sustent&#225;vel na regi&#227;o.

&amp;nbsp;
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Thu, 24 Jul 2025 16:14:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Comunidades do Rio Manicor&#233; avan&#231;am na constru&#231;&#227;o do acordo de pesca com Assembleia Geral</title> 
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    <description>

Evento reuniu 16 comunidades, Prefeitura, C&#226;mara Municipal de Manicor&#233; e organiza&#231;&#245;es parceiras

No s&#225;bado, 12 de julho, a Comunidade Esperan&#231;a, localizada no munic&#237;pio de Manicor&#233; (AM), foi palco da Assembleia Geral do Acordo de Pesca do Rio Manicor&#233;. O encontro reuniu moradores e representantes de 16 comunidades locais envolvidas no processo participativo de constru&#231;&#227;o do Acordo, um marco importante para a gest&#227;o sustent&#225;vel dos recursos pesqueiros da regi&#227;o.

A Assembleia marca uma nova etapa nesse processo liderado pela Central das Associa&#231;&#245;es Agroextrativistas do Rio Manicor&#233; (Caarim) e sua rede de parceiros, entre os quais a WCS Brasil atua como facilitadora t&#233;cnica. O processo tamb&#233;m contou&amp;nbsp;com o engajamento e apoio fundamentais da Prefeitura de Manicor&#233; e da C&#226;mara Municipal, envolvidas desde os primeiros momentos da iniciativa.

&amp;ldquo;O Acordo de Pesca do Rio Manicor&#233; representa um avan&#231;o significativo na gest&#227;o sustent&#225;vel dos recursos pesqueiros e uma oportunidade para enfrentar a press&#227;o sobre os recursos naturais, ao mesmo tempo em que aproveitam as potencialidades da regi&#227;o&amp;rdquo;, destaca Guillermo Estupinan, especialista em recursos pesqueiros da WCS Brasil.



Constru&#231;&#227;o de regras - A principal motiva&#231;&#227;o das comunidades para construir o acordo &#233; a crescente amea&#231;a que representa o acesso descontrolado &#224;s &#225;reas de pesca, especialmente em um contexto em que a atividade pesqueira local depende de esp&#233;cies migrat&#243;rias. O Acordo tem como objetivo regulamentar os per&#237;odos de pesca, delimitar &#225;reas de uso e estabelecer mecanismos de monitoramento, promovendo o ordenamento e a conserva&#231;&#227;o dos ambientes aqu&#225;ticos da regi&#227;o.

Durante a Assembleia, foram&amp;nbsp;debatidos temas centrais como:


 Identifica&#231;&#227;o e categoriza&#231;&#227;o dos ambientes de pesca;
 Zoneamento e tipos de uso do territ&#243;rio aqu&#225;tico;
 Propostas de regras para o ordenamento da pesca;
 Estrat&#233;gias para monitoramento participativo e acompanhamento dos estoques pesqueiros.


O Acordo de Pesca &#233; um instrumento de gest&#227;o de territ&#243;rios aqu&#225;ticos p&#250;blicos ou compartilhados, que permite que comunidades, &#243;rg&#227;os p&#250;blicos e organiza&#231;&#245;es da sociedade civil estabele&#231;am regras espec&#237;ficas para garantir o uso sustent&#225;vel dos recursos naturais, prevenir conflitos e valorizar pr&#225;ticas tradicionais de manejo.



Participa&#231;&#227;o ativa e alian&#231;as locais - A forte ades&#227;o comunit&#225;ria e o apoio das institui&#231;&#245;es locais demonstram o potencial de articula&#231;&#227;o territorial e o protagonismo das popula&#231;&#245;es tradicionais no cuidado com seus recursos naturais. O engajamento das autoridades locais &amp;mdash; tanto da gest&#227;o municipal quanto do legislativo &amp;mdash; fortalece a legitimidade do processo e aponta para a cria&#231;&#227;o de um modelo participativo de governan&#231;a pesqueira no Rio Manicor&#233;.

A expectativa &#233; que, com a consolida&#231;&#227;o das regras e diretrizes, o Acordo de Pesca contribua para preservar a biodiversidade da regi&#227;o, garantir seguran&#231;a alimentar e gerar renda de forma sustent&#225;vel para as fam&#237;lias que vivem da pesca.

Fotos: M&#225;rcia Ledderman/WCS Brasil
&amp;nbsp;
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Mon, 14 Jul 2025 14:54:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Secas Extremas e Colapso Ecol&#243;gico: a Pesca Amaz&#244;nica sob Amea&#231;a</title> 
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A Amaz&#244;nia, outrora sin&#244;nimo de abund&#226;ncia h&#237;drica e biodiversidade inigual&#225;vel, vive uma amea&#231;a silenciosa, mas crescente: a intensifica&#231;&#227;o das secas extremas. Os mais recentes dados cient&#237;ficos compilados pelo Projeto Pesquisa Ecol&#243;gica de Longa Dura&#231;&#227;o &amp;ndash; Diversidade da V&#225;rzea (PELD-DIVA) revelam um cen&#225;rio alarmante para os ecossistemas aqu&#225;ticos da regi&#227;o e colocam em xeque a seguran&#231;a alimentar de milhares de fam&#237;lias ribeirinhas.

A seca de 2023, seguida de uma enchente fraca em 2024, n&#227;o foi apenas mais um epis&#243;dio clim&#225;tico extremo, foi um marco de ruptura. Segundo o&amp;nbsp;Policy Brief Secas Extremas Podem Impactar a Pesca na Amaz&#244;nia&amp;nbsp;(dez./2024), os eventos recentes derrubaram n&#237;veis hist&#243;ricos do rio Negro e resultaram em forte redu&#231;&#227;o das &#225;reas de v&#225;rzea, ambientes cruciais para alimenta&#231;&#227;o e prote&#231;&#227;o de peixes jovens.

Essas altera&#231;&#245;es no regime h&#237;drico s&#227;o agravadas por anos consecutivos de aumento da temperatura e perda de cobertura florestal, fatores diretamente ligados ao desmatamento e &#224;s mudan&#231;as clim&#225;ticas. A figura na&amp;nbsp;p&#225;gina 4&amp;nbsp;do relat&#243;rio ilustra com clareza a tend&#234;ncia: desde os anos 2000, as anomalias t&#233;rmicas e de vaz&#227;o dos rios se tornaram mais frequentes e intensas, criando um ambiente hostil para a reprodu&#231;&#227;o e o desenvolvimento das esp&#233;cies.



Peixes como o jaraqui e o curimat&#227;, pilares da dieta amaz&#244;nica e da economia pesqueira regional, s&#227;o migradores de m&#233;dia dist&#226;ncia e t&#234;m seu ciclo reprodutivo afinado com o pulso de inunda&#231;&#227;o. Em anos de cheias fracas, a migra&#231;&#227;o reprodutiva falha, e os ber&#231;&#225;rios naturais, as v&#225;rzeas alagadas, ficam inacess&#237;veis. O resultado? Menor n&#250;mero de recrutas (jovens peixes que atingem idade reprodutiva) e estoques cada vez mais fr&#225;geis.

As imagens na&amp;nbsp;p&#225;gina 6&amp;nbsp;do documento revelam a diferen&#231;a entre uma seca t&#237;pica e uma seca extrema, onde os peixes ficam confinados em bols&#245;es de &#225;gua, mais vulner&#225;veis &#224; preda&#231;&#227;o e &#224; pesca predat&#243;ria. A mortandade massiva registrada em lagos rasos, como ilustrado na&amp;nbsp;p&#225;gina 5, refor&#231;a o alerta.

A crise clim&#225;tica na v&#225;rzea exige respostas r&#225;pidas e robustas. O documento prop&#245;e medidas concretas como:


 Ajuste din&#226;mico do per&#237;odo de defeso, com base em previs&#245;es clim&#225;ticas;
 Inclus&#227;o de novas esp&#233;cies vulner&#225;veis na lista de proibi&#231;&#227;o de pesca;
 Fortalecimento da fiscaliza&#231;&#227;o ao longo de todo o ano;
 Implementa&#231;&#227;o de monitoramento via ci&#234;ncia cidad&#227;, com engajamento direto de pescadores locais.


Panorama mais amplo? M&#250;ltiplas amea&#231;as &#224; biodiversidade aqu&#225;tica.

Se o primeiro Policy Brief se debru&#231;a sobre o impacto direto das secas, o mais recente: Estrat&#233;gias para Conter as Amea&#231;as &#224; Diversidade de Peixes nas V&#225;rzeas Amaz&#244;nicas&amp;nbsp;(maio/2025) amplia o foco e revela que a biodiversidade aqu&#225;tica da regi&#227;o &#233; pressionada por um conjunto de vetores: sobrepesca, hidrel&#233;tricas, minera&#231;&#227;o, desmatamento e mudan&#231;as clim&#225;ticas.



Um dos dados mais alarmantes diz respeito &#224; bacia do rio Madeira, onde se concentram m&#250;ltiplas amea&#231;as em simult&#226;neo, uma combina&#231;&#227;o fatal para esp&#233;cies migradoras. O estudo destaca ainda o papel do merc&#250;rio liberado pela minera&#231;&#227;o e o impacto das barragens sobre rotas migrat&#243;rias de peixes.

Ambos os documentos fazem parte dos esfor&#231;os do projeto PELD-DIVA, que se apoia no monitoramento ecol&#243;gico de longa dura&#231;&#227;o para compreender a din&#226;mica das popula&#231;&#245;es de peixes e propor estrat&#233;gias de conserva&#231;&#227;o baseadas em dados.

A coordenadora Fl&#225;via Kelly Siqueira de Souza (UFAM) e a vice-coordenadora Cl&#225;udia Pereira de Deus (INPA) refor&#231;am que os dados gerados por esses estudos s&#227;o fundamentais para distinguir varia&#231;&#245;es naturais de altera&#231;&#245;es antr&#243;picas e que essa distin&#231;&#227;o &#233; a chave para pol&#237;ticas p&#250;blicas mais eficazes.

Pesca, biodiversidade e cultura ribeirinha em risco



A pesca na Amaz&#244;nia &#233; mais do que uma atividade econ&#244;mica: &#233; um modo de vida, uma tradi&#231;&#227;o cultural e um alicerce da soberania alimentar regional. Os alertas emitidos pelo projeto PELD-DIVA mostram que a sobreviv&#234;ncia dessa pr&#225;tica est&#225; diretamente ligada &#224; conserva&#231;&#227;o da v&#225;rzea, um dos ecossistemas mais produtivos, e agora, mais amea&#231;ados da Terra.

A imprensa, os gestores p&#250;blicos e a sociedade civil precisam colocar o tema no centro do debate. A ci&#234;ncia j&#225; fez o seu alerta. O futuro da pesca amaz&#244;nica depende de a&#231;&#245;es concretas, coordenadas e imediatas.

Confira aqui os estudos&amp;nbsp;completos:

SECAS EXTREMAS PODEM IMPACTAR A PESCA NA AMAZ&#212;NIA

ESTRAT&#201;GIAS PARA CONTER AS AMEA&#199;AS &#192; DIVERSIDADE DE PEIXES NAS V&#193;RZEAS AMAZ&#212;NICAS
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Fri, 11 Jul 2025 17:32:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Passagem Superior de Fauna na BR-319 &#233; oficialmente doada ao DNIT em cerim&#244;nia em Manaus</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24788/Passagem-Superior-de-Fauna-na-BR-319-e-oficialmente-doada-ao-DNIT-em-cerimonia-em-Manaus.aspx</link> 
    <description>

Estrutura pioneira instalada no km 271 reconecta fragmentos, proporciona travessia segura de fauna arbor&#237;cola e marca avan&#231;o na integra&#231;&#227;o entre infraestrutura e conserva&#231;&#227;o na Amaz&#244;nia.

Manaus (AM), 10 de julho de 2025&amp;nbsp;&amp;ndash; Em um marco importante para a conserva&#231;&#227;o da biodiversidade amaz&#244;nica, foi realizado nesta quarta-feira (10) o evento oficial de Assinatura do Termo de Doa&#231;&#227;o da Passagem Superior de Fauna instalada no km 271,0 da BR-319/AM-RO. A solenidade ocorreu no audit&#243;rio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em Manaus, reunindo representantes de institui&#231;&#245;es p&#250;blicas, organiza&#231;&#245;es ambientais e empresas envolvidas no projeto.

A estrutura doada ao DNIT foi idealizada como uma a&#231;&#227;o concreta de mitiga&#231;&#227;o de impactos ambientais provocados pela rodovia. O projeto foi elaborado pela consultoria especializada ViaFauna, liderado pela Dra. Fernanda Abra, e sua instala&#231;&#227;o executada pela WCS Brasil, com apoio da pr&#243;pria ViaFauna, al&#233;m de empresas construtoras, supervisoras de obras e a gestora ambiental contratadas pelo DNIT.

A passagem superior de fauna consiste em uma rede de cabos conectados por postes de concreto e tubos de polietileno de alta densidade (PEAD), permitindo que a fauna arbor&#237;cola atravesse a rodovia com seguran&#231;a, reduzindo atropelamentos e promovendo a reconex&#227;o entre fragmentos de floresta.



Segundo o DNIT, os principais&amp;nbsp;benef&#237;cios ecol&#243;gicos&amp;nbsp;das passagens superiores incluem:


 Redu&#231;&#227;o da mortalidade de animais silvestres;
 Conex&#227;o de habitats antes fragmentados;
 Preserva&#231;&#227;o da diversidade gen&#233;tica das popula&#231;&#245;es;
 Conserva&#231;&#227;o de esp&#233;cies amea&#231;adas;
 Educa&#231;&#227;o ambiental e conscientiza&#231;&#227;o da sociedade;
 Fortalecimento de servi&#231;os ecossist&#234;micos.


Durante o evento, a WCS Brasil apresentou um v&#237;deo explicativo sobre a import&#226;ncia e o funcionamento das passagens de fauna, seguido por uma apresenta&#231;&#227;o t&#233;cnica do DNIT, que destacou as etapas do projeto e os materiais utilizados. Os postes de concreto utilizados t&#234;m durabilidade estimada de 35 anos, enquanto os tubos de PEAD variam de 20 a 50 anos, assegurando a longevidade da estrutura.



Monitoramento e legado

O monitoramento da passagem &#233; feito por c&#226;meras instaladas pela WCS Brasil. A partir da assinatura do termo, esses equipamentos passam a ser oficialmente responsabilidade do DNIT, que dar&#225; continuidade ao acompanhamento da efetividade da estrutura.

Em carta dirigida ao DNIT, a WCS Brasil destacou o car&#225;ter pioneiro da iniciativa: &amp;ldquo;Nosso intuito &#233; doar ao DNIT uma estrutura para melhorar a efetividade da mitiga&#231;&#227;o de impactos para a fauna arbor&#237;cola local que possa servir como piloto demonstrativo e modelo para novas passagens ao longo do tra&#231;ado da BR-319, conforme estabelecido em seu EIA-RIMA.&amp;rdquo;



Marcos Amend, diretor-executivo da WCS Brasil, afirmou que &#233; poss&#237;vel reconstruir caminhos sem destruir os que a natureza construiu ao longo de milhares de anos. &amp;ldquo;Estamos aqui para somar esfor&#231;os, colaborar na busca de solu&#231;&#245;es e fortalecer a governan&#231;a ambiental, porque sabemos que o verdadeiro desenvolvimento &#233; aquele que respeita a vida. Nosso compromisso &#233; com um futuro em que a BR-319 possa coexistir com a floresta em p&#233; e com todos os servi&#231;os ecossist&#234;micos que ela oferece &#224; sociedade&amp;rdquo;, assegurou.

A cerim&#244;nia refor&#231;a a import&#226;ncia da integra&#231;&#227;o entre ci&#234;ncia, gest&#227;o p&#250;blica e responsabilidade socioambiental na infraestrutura vi&#225;ria da Amaz&#244;nia, apontando para caminhos mais sustent&#225;veis e respons&#225;veis em regi&#245;es de elevada sensibilidade ecol&#243;gica.

Fotos: Indiara Bessa/WCS Brasil (evento); Michael Dantas/WCS Brasil (passagem de fauna)
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Thu, 10 Jul 2025 21:49:00 GMT</pubDate> 
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    <title>WCS Brasil lan&#231;a newsletter sobre tr&#225;fico de fauna</title> 
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    <description>Publica&#231;&#227;o quadrimestral traz an&#225;lises e dados in&#233;ditos sobre apreens&#245;es e crimes contra a vida silvestre

Manaus, junho de 2025 &amp;mdash; A WCS Brasil acaba de lan&#231;ar a primeira edi&#231;&#227;o de sua nova newsletter Wildlife Crimes, voltada ao monitoramento e &#224; divulga&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es sobre o tr&#225;fico de fauna silvestre. A publica&#231;&#227;o ter&#225; periodicidade quadrimestral e pretende ser uma refer&#234;ncia para jornalistas, pesquisadores, autoridades ambientais e demais interessados no tema.

Clique e confira a vers&#227;o em portug&#234;s:

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Clique e confira a vers&#227;o em ingl&#234;s:



A edi&#231;&#227;o inaugural &#233; inteiramente dedicada &#224; Amaz&#244;nia, onde os casos de tr&#225;fico de fauna silvestre representam uma amea&#231;a crescente &#224; biodiversidade e &#224; sa&#250;de dos ecossistemas.

Entre janeiro e abril de 2025, per&#237;odo coberto por esta edi&#231;&#227;o inaugural, foram registradas pelo menos oito apreens&#245;es de animais silvestres no estado do Amazonas, totalizando 380 indiv&#237;duos vivos e 400 quilos de carne de ca&#231;a interceptados por &#243;rg&#227;os de fiscaliza&#231;&#227;o como IBAMA e ICMBio. Os dados foram compilados com base em reportagens da imprensa local e fontes verificadas.

Casos emblem&#225;ticos s&#227;o detalhados na newsletter, como a apreens&#227;o de seis primatas mantidos ilegalmente em uma casa no munic&#237;pio de Pauini, o uso indevido de uma arara-vermelha por um hotel de Manaus para fins tur&#237;sticos e o resgate de um filhote de on&#231;a-pintada, batizado de Golias, que estava sendo criado como animal de estima&#231;&#227;o no interior do estado. Tamb&#233;m chama aten&#231;&#227;o a tentativa de tr&#225;fico de tr&#234;s axolotes (esp&#233;cie ex&#243;tica de salamandra) via Correios.

Al&#233;m de relatar os casos, a newsletter prop&#245;e uma an&#225;lise cr&#237;tica dos desafios enfrentados pelo poder p&#250;blico no enfrentamento ao tr&#225;fico, como a escassez de recursos, o isolamento geogr&#225;fico da Amaz&#244;nia e as conex&#245;es entre o com&#233;rcio ilegal de fauna e o crime organizado. A publica&#231;&#227;o destaca ainda os riscos &#224; biodiversidade, &#224; sa&#250;de p&#250;blica e ao bem-estar animal.

&amp;ldquo;A newsletter Wildlife Crimes nasce como uma resposta &#224; urg&#234;ncia de informar melhor sobre os crimes que afetam a fauna silvestre. Queremos conectar diferentes p&#250;blicos em torno de um problema que &#233; global, mas que muitas vezes passa despercebido&amp;rdquo;, afirma Ant&#244;nio Carvalho, autor da newsletter e especialista em Combate ao Tr&#225;fico da Vida Silvestre da WCS Brasil.

A newsletter Wildlife Crimes est&#225; dispon&#237;vel gratuitamente no site da WCS Brasil e novas edi&#231;&#245;es ser&#227;o lan&#231;adas a cada quatro meses.
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Thu, 03 Jul 2025 14:13:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Popula&#231;&#245;es tradicionais &#224; frente da conserva&#231;&#227;o: II Oficina de Manejo Sustent&#225;vel de Quel&#244;nios acontece em Manaus</title> 
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    <description>

Evento fortalece protagonismo comunit&#225;rio e avan&#231;a na regulamenta&#231;&#227;o do manejo de quel&#244;nios como pr&#225;tica cultural e estrat&#233;gia de conserva&#231;&#227;o.

Um encontro que vai muito al&#233;m das paredes do audit&#243;rio da Inspetoria Laura Vicu&#241;a, acontece em Manaus, de 24 a 26 de junho de 2025, a II Oficina de Manejo Sustent&#225;vel de Quel&#244;nios, reunindo comunidades ribeirinhas, ind&#237;genas e quilombolas, pesquisadores, gestores e parceiros de diversas partes da Amaz&#244;nia e da Am&#233;rica Latina. O evento prop&#245;e um mergulho profundo nos saberes, pr&#225;ticas e desafios de quem vive o manejo de quel&#244;nios na floresta.

Confira aqui a programa&#231;&#227;o completa&amp;nbsp;do evento

A proposta da oficina &#233; clara: avan&#231;ar na constru&#231;&#227;o coletiva de diretrizes para a regulamenta&#231;&#227;o da coleta de ovos e indiv&#237;duos de quel&#244;nios amaz&#244;nicos. E isso significa valorizar a pr&#225;tica cultural que h&#225; s&#233;culos garante alimento, renda e v&#237;nculo com o territ&#243;rio para diversas popula&#231;&#245;es tradicionais.

Ao longo de tr&#234;s dias intensos, os participantes v&#227;o compartilhar experi&#234;ncias comunit&#225;rias, refletir sobre boas pr&#225;ticas e desafios da cadeia produtiva e apontar caminhos concretos para a implementa&#231;&#227;o e regulamenta&#231;&#227;o do manejo. A programa&#231;&#227;o inclui plen&#225;rias, grupos de trabalho e uma feira de experi&#234;ncias que promete inspirar e fortalecer redes de apoio m&#250;tuo.

No primeiro dia, o foco ser&#225; a troca de experi&#234;ncias e o compartilhamento dos resultados do I Workshop sobre o Manejo Sustent&#225;vel de Quel&#244;nios, com destaque para falas da Dra. Camila Ferrara (WCS Brasil) e do Dr. German Forero Medina (WCS Col&#244;mbia). J&#225; o segundo dia traz &#224; tona os saberes locais e as pr&#225;ticas de monitoramento comunit&#225;rio, com espa&#231;o para construir coletivamente os aprendizados e enfrentamentos na cadeia produtiva de ovos e quel&#244;nios.



Encerrando a oficina, o terceiro dia ser&#225; voltado &#224; identifica&#231;&#227;o de &#225;reas piloto e ao debate sobre os pr&#243;ximos passos para garantir uma regulamenta&#231;&#227;o que seja ao mesmo tempo eficaz e respeitosa com os modos de vida amaz&#244;nicos. A ideia &#233; simples, mas potente: fazer com que o manejo deixe de ser criminalizado e passe a ser reconhecido como uma estrat&#233;gia leg&#237;tima de conserva&#231;&#227;o, seguran&#231;a alimentar e gera&#231;&#227;o de renda.

Para Marcos Amend, diretor-executivo da WCS Brasil, que participou da abertura do evento, esse processo &#233; muito mais do que t&#233;cnico. &amp;ldquo;&#201; uma escuta ativa dos territ&#243;rios, um reconhecimento do saber que emerge das margens dos rios e das pr&#225;ticas que h&#225; gera&#231;&#245;es cuidam dos quel&#244;nios. Estamos aqui para assegurar que esse cuidado se transforme em pol&#237;tica p&#250;blica, com seguran&#231;a, dignidade e valoriza&#231;&#227;o cultural&amp;rdquo;, garantiu Amend.

\

&amp;ldquo;O manejo de quel&#244;nios &#233; uma pr&#225;tica ancestral que precisa ser reconhecida como ferramenta leg&#237;tima de conserva&#231;&#227;o. Ao dar voz &#224;s comunidades, estamos construindo pol&#237;ticas p&#250;blicas mais justas, baseadas em quem cuida da biodiversidade na pr&#225;tica, todos os dias&amp;rdquo;, disse Camila Ferrara, especialista em quel&#244;nios da WCS Brasil.

Como parceiro da oficina, Jo&#227;o Vitor Campos-Silva, presidente do Instituto Juru&#225;, explicou que: &amp;ldquo;A prote&#231;&#227;o dos tabuleiros de quel&#244;nios &#233; uma das atividades de conserva&#231;&#227;o mais eficientes da Amaz&#244;nia. No entanto, a maior parte desse esfor&#231;o est&#225; nos ombros das comunidades locais, que dedicam grande parte do seu tempo protegendo os tabuleiros 24 horas por dia&amp;rdquo;. Ele afirmou ainda que: &amp;ldquo;j&#225; passou da hora de encontrarmos uma solu&#231;&#227;o para uma compensa&#231;&#227;o financeira desse grande esfor&#231;o que os comunit&#225;rios dedicam &#224; prote&#231;&#227;o dos quel&#244;nios, para que esses her&#243;is da conserva&#231;&#227;o possam continuar suas atividades com motiva&#231;&#227;o e dignidade&amp;rdquo;.



Manoel Cunha, da Comunidade S&#227;o Raimundo, no munic&#237;pio de Carauari/AM, e gestor da Reserva Extrativista do M&#233;dio Juru&#225;, acredita que &amp;ldquo;o manejo de quel&#244;nios &#233; o &#250;nico caminho real para garantir que essas esp&#233;cies sigam existindo em abund&#226;ncia na Amaz&#244;nia. J&#225; provamos que o esfor&#231;o comunit&#225;rio &#233; capaz de recuperar popula&#231;&#245;es amea&#231;adas, mas esse esfor&#231;o precisa se transformar em reconhecimento e em economia. Se n&#227;o houver uma cadeia produtiva legal e bem estruturada, o des&#226;nimo toma conta e o risco volta. Esse evento &#233; importante porque nos d&#225; a chance de unir o conhecimento tradicional com o t&#233;cnico e cient&#237;fico para construir, juntos, um modelo vi&#225;vel e justo de manejo&amp;rdquo;, garantiu Manoel.

A II Oficina &#233; realizada pela WCS Brasil, com a parceria do Instituto Juru&#225;, Projeto P&#233;-de-Pincha e apoio do Bezos Earth Fund e da Gordon and Betty Moore Foundation. Esta oficina &#233; um espa&#231;o de escuta, constru&#231;&#227;o de consensos e fortalecimento da sociobioeconomia amaz&#244;nica, com quem est&#225; na linha de frente da conserva&#231;&#227;o: as comunidades tradicionais.

Fotos: Paulo Moura/WCS Brasil
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Tue, 24 Jun 2025 22:00:00 GMT</pubDate> 
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    <title>WCS se torna a &#250;nica ONG de conserva&#231;&#227;o reconhecida como Centro Colaborador pela Organiza&#231;&#227;o Mundial de Sa&#250;de Animal (OMSA)</title> 
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Na foto: Amanda Fine (WCS), com Sara Linanne e Mariana Delgado (OMSA), durante a Sess&#227;o Geral em que foi ratificada a designa&#231;&#227;o da WCS como Centro Colaborador.

Nova York, 17 de junho de 2025 &amp;ndash; Wildlife Conservation Society (WCS) foi oficialmente designada pela Organiza&#231;&#227;o Mundial de Sa&#250;de Animal (OMSA) como Centro Colaborador na &#225;rea de Sa&#250;de da Vida Silvestre e Biodiversidade, em reconhecimento &#224; sua lideran&#231;a global em ci&#234;ncia, &#224; sua abordagem One Health (Sa&#250;de &#218;nica), &#224; vigil&#226;ncia de doen&#231;as transfronteiri&#231;as e &#224; conserva&#231;&#227;o da biodiversidade. A WCS &#233; a &#250;nica organiza&#231;&#227;o de conserva&#231;&#227;o no mundo a receber essa designa&#231;&#227;o.

A Assembleia Mundial de Delegados da OMSA aprovou a inclus&#227;o da WCS no cons&#243;rcio de Centros Colaboradores para pesquisa, diagn&#243;stico e vigil&#226;ncia de pat&#243;genos em fauna silvestre, coordenado pelo USGS National Wildlife Health Center e pelo Canadian Wildlife Health Cooperative, durante a 92&amp;ordf; Sess&#227;o Geral da OMSA, realizada em Paris em 27 de maio de 2025.

&amp;ldquo;Estamos honrados com o reconhecimento da OMSA ao nos designar como Centro Colaborador&amp;rdquo;, afirmou a Dra. Amanda Fine, diretora de One Health na WCS. &amp;ldquo;Essa designa&#231;&#227;o nos permite contribuir de forma mais eficaz para os esfor&#231;os dos 183 pa&#237;ses membros da OMSA e seus parceiros em todo o mundo, construindo sistemas resilientes, adaptados a cada contexto local, que protejam a sa&#250;de das pessoas, dos animais e dos ecossistemas. A partir deste centro, promovemos a integra&#231;&#227;o entre biodiversidade e sa&#250;de, algo cada vez mais reconhecido como essencial para prevenir pandemias, manter a resili&#234;ncia dos ecossistemas e garantir sa&#250;de a longo prazo para todos.&amp;rdquo;

O Dr. Christian Walzer, diretor executivo de Sa&#250;de da WCS, acrescentou: &amp;ldquo;A WCS traz uma experi&#234;ncia &#250;nica baseada no trabalho de campo, com abordagens interdisciplinares, parcerias globais e tecnologias inovadoras que complementam e fortalecem o trabalho dos demais Centros Colaboradores da OMSA. Essa colabora&#231;&#227;o nos permite avan&#231;ar juntos em solu&#231;&#245;es cient&#237;ficas para amea&#231;as globais &#224; sa&#250;de que surgem na interface entre vida silvestre, pecu&#225;ria e seres humanos.&amp;rdquo;

A WCS lidera o maior programa de sa&#250;de do mundo entre as organiza&#231;&#245;es dedicadas &#224; conserva&#231;&#227;o da vida silvestre, com iniciativas ativas em mais de 20 pa&#237;ses. Como Centro Colaborador, a WCS trabalhar&#225; em estreita colabora&#231;&#227;o com a OMSA e sua rede de 13 Representa&#231;&#245;es Regionais e Sub-regionais na &#193;frica, nas Am&#233;ricas, na &#193;sia e no Pac&#237;fico, na Europa e no Oriente M&#233;dio, para apoiar o desenvolvimento de sistemas de vigil&#226;ncia da sa&#250;de da fauna silvestre, com lideran&#231;a local, que monitorem doen&#231;as e outros indicadores sanit&#225;rios, orientando decis&#245;es de manejo que protejam a sa&#250;de p&#250;blica, animal e ambiental.

Nos pr&#243;ximos cinco anos, o Centro Colaborador da WCS atuar&#225; junto &#224; OMSA e aos pa&#237;ses membros para fortalecer as redes de vigil&#226;ncia da sa&#250;de silvestre, desde o n&#237;vel local at&#233; o nacional. Esse trabalho se concentrar&#225; em desenvolver capacidades multissetoriais, melhorar os sistemas de dados e alinhar pol&#237;ticas com a implementa&#231;&#227;o em campo e as necessidades locais. Ao refor&#231;ar os sistemas de vigil&#226;ncia e resposta na interface entre fauna silvestre, pecu&#225;ria e humanos, a WCS contribuir&#225; para reduzir as oportunidades de surgimento de pat&#243;genos, apoiar a detec&#231;&#227;o precoce, prevenir futuras pandemias e proteger a integridade ecol&#243;gica.

Em conson&#226;ncia com a Estrutura de Sa&#250;de da Vida Silvestre da OMSA, a WCS apoiar&#225; os pa&#237;ses membros no fortalecimento das capacidades de vigil&#226;ncia, implementando diretrizes-chave como as Diretrizes para abordar os riscos sanit&#225;rios no com&#233;rcio de vida silvestre e as Diretrizes gerais para a vigil&#226;ncia de doen&#231;as, pat&#243;genos e agentes t&#243;xicos em fauna silvestre livre, ambas publicadas em 2024. Como l&#237;der da Rede de Intelig&#234;ncia em Sa&#250;de da Vida Silvestre (WHIN, na sigla em ingl&#234;s), uma comunidade global de pr&#225;tica que promove m&#233;todos e tecnologias padronizadas para o monitoramento da sa&#250;de silvestre, a WCS impulsiona a&#231;&#245;es colaborativas entre pontos focais nacionais e organismos internacionais de sa&#250;de.

Com essa designa&#231;&#227;o como Centro Colaborador, a WCS contribuir&#225; para integrar a intelig&#234;ncia em sa&#250;de da fauna silvestre nos sistemas de sa&#250;de nacionais e globais, alinhando-se ao Plano de A&#231;&#227;o One Health conjunto da FAO, PNUMA, OMS e OMSA, e promovendo a Alian&#231;a 7-1-7 da OMS para detec&#231;&#227;o e resposta r&#225;pida a amea&#231;as sanit&#225;rias.

Wildlife Conservation Society (WCS)

A WCS &#233; uma organiza&#231;&#227;o internacional sem fins lucrativos dedicada &#224; prote&#231;&#227;o da vida e dos habitats silvestres por meio da ci&#234;ncia, da conserva&#231;&#227;o, da educa&#231;&#227;o e da inspira&#231;&#227;o. Sua miss&#227;o &#233; fazer com que as pessoas valorizem e protejam a natureza.

Combinando a for&#231;a de seus zool&#243;gicos e do aqu&#225;rio na cidade de Nova York (Bronx Zoo, Central Park Zoo, Queens Zoo, Prospect Park Zoo e New York Aquarium) com um Programa Global de Conserva&#231;&#227;o ativo em mais de 65 pa&#237;ses da &#193;frica, &#193;sia e Am&#233;ricas, a WCS contribui para o cumprimento dos compromissos internacionais em favor da biodiversidade.

A WCS opera o maior programa de conserva&#231;&#227;o em campo do mundo, trabalhando em parceria com governos, povos ind&#237;genas, comunidades locais e o setor privado para proteger mais de 50% da biodiversidade conhecida do planeta. Organizada em programas regionais &amp;mdash;como o dos Andes, Amaz&#244;nia e Orinoquia, que abrange Bol&#237;via, Brasil, Col&#244;mbia, Equador e Peru&amp;mdash; a WCS lidera iniciativas estrat&#233;gicas e implementa a&#231;&#245;es de conserva&#231;&#227;o eficazes em territ&#243;rios priorit&#225;rios.

Visite: newsroom.wcs.org
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Tue, 24 Jun 2025 18:06:00 GMT</pubDate> 
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    <title>WCS fortalece atua&#231;&#227;o regional com forma&#231;&#227;o em Ci&#234;ncias Criminais aplicadas no Combate ao Tr&#225;fico de Vida Silvestre</title> 
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    <description>

Capacita&#231;&#227;o promovida internamente pela WCS AAO reuniu colaboradores de sete pa&#237;ses da Am&#233;rica do Sul e foi ministrada por refer&#234;ncia mundial na &#225;rea

Bogot&#225;, Col&#244;mbia - Nos dias 10 e 11 de junho, 19 colaboradores da Wildlife Conservation Society (WCS) participaram da capacita&#231;&#227;o internacional &amp;ldquo;Forma&#231;&#227;o em Ci&#234;ncias Criminais aplicadas no Combate ao Tr&#225;fico de Vida Silvestre&amp;rdquo;, realizada em Bogot&#225;, Col&#244;mbia. O curso foi oferecido internamente pela WCS Andes, Amaz&#244;nia, Orinoco (AAO) e contou com representantes da WCS de sete pa&#237;ses sul-americanos: Argentina, Bol&#237;via, Brasil, Col&#244;mbia, Equador, Paraguai e Peru.

A forma&#231;&#227;o foi conduzida pela Dra. Gohar Petrossian, professora da City University of New York, John Jay College, reconhecida globalmente como refer&#234;ncia em Ci&#234;ncias Criminais aplicadas a crimes contra a natureza. O objetivo foi fortalecer a capacidade t&#233;cnica dos profissionais na preven&#231;&#227;o e combate ao tr&#225;fico de vida silvestre, com &#234;nfase em estrat&#233;gias baseadas em evid&#234;ncias.

Durante os dois dias de treinamento intensivo, os participantes aprofundaram seus conhecimentos em metodologias da criminologia moderna, como an&#225;lise de padr&#245;es espaciais e temporais da criminalidade, teoria da escolha racional, tri&#226;ngulo do crime e o modelo SARA (Scanning, Analysis, Response and Assessment). A programa&#231;&#227;o incluiu ainda sess&#245;es pr&#225;ticas com ferramentas como CHEERS, 5W1H e roteiros de delitos, voltadas &#224; resolu&#231;&#227;o de problemas ambientais reais.



&amp;ldquo;&#201; urgente incorporar t&#233;cnicas de investiga&#231;&#227;o criminal &#224; conserva&#231;&#227;o, sobretudo frente &#224; sofistica&#231;&#227;o das redes de tr&#225;fico de fauna. Este curso nos oferece instrumentos para entender e responder melhor aos padr&#245;es de delitos ambientais&amp;rdquo;, avaliou Ant&#244;nio Carvalho, &#250;nico participante da WCS Brasil.

No segundo dia, o foco foi voltado &#224; an&#225;lise e resposta aos crimes, com destaque para o diagn&#243;stico de pontos cr&#237;ticos, a aplica&#231;&#227;o da regra 80/20, a identifica&#231;&#227;o de concentra&#231;&#245;es delitivas e a preven&#231;&#227;o situacional. As atividades inclu&#237;ram observa&#231;&#245;es e simula&#231;&#245;es baseadas em casos reais, promovendo o exerc&#237;cio pr&#225;tico das abordagens discutidas.

&amp;ldquo;Trabalhar com intelig&#234;ncia criminal nos permite sair da l&#243;gica apenas reativa. Podemos antecipar comportamentos e planejar interven&#231;&#245;es mais estrat&#233;gicas para proteger a biodiversidade&amp;rdquo;, refor&#231;ou Ant&#244;nio.

A iniciativa integra o esfor&#231;o regional da WCS para fortalecer a atua&#231;&#227;o institucional frente aos crimes ambientais, promovendo a integra&#231;&#227;o entre os setores de seguran&#231;a p&#250;blica e conserva&#231;&#227;o. O investimento em conhecimento t&#233;cnico qualificado visa ampliar a efic&#225;cia das estrat&#233;gias adotadas na prote&#231;&#227;o da sociobiodiversidade amaz&#244;nica e de outros biomas sul-americanos.
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Wed, 11 Jun 2025 20:02:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Segunda edi&#231;&#227;o do Festival Saberes da Floresta celebra a cultura e o conhecimento </title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24677/Segunda-edicao-do-Festival-Saberes-da-Floresta-celebra-a-cultura-e-o-conhecimento.aspx</link> 
    <description>

A WCS Brasil acompanhou os quatro dias de programa&#231;&#227;o voltados &#224;s comunidades do interfl&#250;vio Purus-Madeira

Entre os dias 4 e 7 de junho de 2025, o munic&#237;pio de Careiro Castanho, a 102 quil&#244;metros de Manaus, foi palco da segunda edi&#231;&#227;o do Festival Saberes da Floresta, uma celebra&#231;&#227;o da cultura, da ancestralidade e da for&#231;a das popula&#231;&#245;es que vivem &#224;s margens da rodovia BR-319, na regi&#227;o do Interfl&#250;vio Purus-Madeira, &#225;rea de atua&#231;&#227;o priorit&#225;ria da WCS Brasil.

O evento reuniu dezenas de participantes, moradores de diversas comunidades no entorno do munic&#237;pio de Careiro Castanho em uma extensa e diversa programa&#231;&#227;o que incluiu oficinas, rodas de conversa, manifesta&#231;&#245;es culturais, encontros tem&#225;ticos, feiras, exposi&#231;&#245;es e a&#231;&#245;es ambientais, promovendo um verdadeiro interc&#226;mbio de saberes e experi&#234;ncias entre comunidades locais, artistas, organiza&#231;&#245;es e lideran&#231;as.

Al&#233;m da WCS Brasil, o evento contou com outras parcerias como a Prefeitura Municipal de Careiro Castanho, o Observat&#243;rio da BR-319, Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes, Rede Maniva de Agroecologia (REMA), Opera&#231;&#227;o Amaz&#244;nia Nativa (Opan), Instituto de Empreendedorismo Socioambiental da Amaz&#244;nia (Iesa), Co.liga, Te&#231;ume da Floresta, The Natural Conservancy e Pinheiro Neto Advogados.



Durante a abertura do evento, a gerente de Conserva&#231;&#227;o da WCS Brasil, M&#225;rcia Lederman, abordou a import&#226;ncia do festival como ferramenta de fortalecimento das comunidades.&amp;ldquo;A WCS Brasil atua na regi&#227;o do Interfl&#250;vio Purus-Madeira e tem, nessa regi&#227;o, uma prioridade de atua&#231;&#227;o. H&#225; pouco tempo foi reconhecido o Mosaico do Baixo Rio Madeira, que &#233; composto por oito &#193;reas Protegidas, entre Unidades de Conserva&#231;&#227;o e Terras Ind&#237;genas e, junto com a Casa do Rio e outros parceiros, somos promotores desta iniciativa, que se prop&#245;e a fortalecer as rela&#231;&#245;es nesse territ&#243;rio, fortalecer comunidades e se preparar para que essa regi&#227;o seja pr&#243;spera, onde os saberes da floresta possam reger o desenvolvimento respons&#225;vel de todo o territ&#243;rio&amp;rdquo;, destacou.

Para a diretora-executiva da Casa do Rio, Eliane Soares, o festival celebrou as parcerias e firmou seu potencial para seguir no calend&#225;rio de eventos das comunidades que vivem no entorno da rodovia BR-319.&amp;quot;A segunda edi&#231;&#227;o do Festival Saberes da Floresta reuniu gera&#231;&#245;es e saberes tradicionais, viv&#234;ncias culturais e di&#225;logos com diferentes atores do territ&#243;rio. E para toda mudan&#231;a de postura, &#233; necess&#225;rio um movimento de todos, inclusive por quem acredita nos resultados. Assim eu vejo quem se fez presente, como a WCS Brasil, que veio incentivando desde a primeira edi&#231;&#227;o e nesta segunda edi&#231;&#227;o esteve mais do que apoiando, construiu com a Casa do Rio uma linda celebra&#231;&#227;o dos povos com prop&#243;sito e dignidade&amp;rdquo;, afirmou.



WCS Brasil no Festival - A WCS Brasil foi uma das institui&#231;&#245;es apoiadoras do festival e esteve presente durante os quatro dias da programa&#231;&#227;o, refor&#231;ando seu compromisso com o fortalecimento das popula&#231;&#245;es tradicionais e a conserva&#231;&#227;o da biodiversidade amaz&#244;nica.

Um dos destaques foi a participa&#231;&#227;o do diretor-executivo da WCS Brasil, Marcos Amend, na roda de conversa sobre Turismo de Base Comunit&#225;ria, um espa&#231;o fundamental para discutir estrat&#233;gias sustent&#225;veis de gera&#231;&#227;o de renda e valoriza&#231;&#227;o do territ&#243;rio, em di&#225;logo direto com as comunidades locais.

&amp;ldquo;Essa roda de conversa foi o pontap&#233; inicial das atividades de Turismo da WCS Brasil na regi&#227;o do Mosaico do Baixo Rio Madeira e do seu entorno. Eu acho que essa regi&#227;o tem um potencial fant&#225;stico em termos de atrativo tur&#237;stico, e agora &#233; fazer o trabalho de empacotar isso para virar produto tur&#237;stico. Come&#231;ar a planejar os produtos, capacitar e preparar as pessoas e entender como que esses atrativos podem tornar-se fonte de receita para as comunidades que vivem no entorno do Mosaico, como no munic&#237;pio de Careiro Castanho e no ramal Lago do Mamori, e al&#233;m disso uma renda baseada na conserva&#231;&#227;o da natureza, que &#233; o mais importante para a gente&amp;quot;, destacou Amend.



No &#250;ltimo dia do festival, a WCS Brasil marcou presen&#231;a na feira do evento, realizada na Pra&#231;a dos Tr&#234;s Poderes, com um estande dedicado ao Mosaico do Baixo Rio Madeira, reconhecido em fevereiro deste ano pelo Governo Federal(inserir hiperlink). A equipe apresentou informa&#231;&#245;es sobre essa rede de &#225;reas protegidas e seu papel estrat&#233;gico para a conserva&#231;&#227;o da regi&#227;o de influ&#234;ncia da BR-319, promovendo o engajamento da popula&#231;&#227;o local e o reconhecimento da import&#226;ncia da prote&#231;&#227;o ambiental.

O destaque ficou para o &amp;ldquo;Jogo da Conserva&#231;&#227;o&amp;rdquo;, que testou os conhecimentos dos participantes do festival sobre a Amaz&#244;nia em uma divertida intera&#231;&#227;o com o p&#250;blico.



Fortalecendo os saberes e os la&#231;os comunit&#225;rios - Idealizado pela Casa do Rio, o Festival Saberes da Floresta tem como miss&#227;o fortalecer a integra&#231;&#227;o entre os povos da floresta e valorizar o conhecimento que nasce e resiste no territ&#243;rio. Com o apoio de diversas organiza&#231;&#245;es, incluindo a WCS Brasil, o evento refor&#231;a a import&#226;ncia de espa&#231;os de encontro e di&#225;logo que promovam o respeito &#224;s culturas tradicionais e o fortalecimento das redes comunit&#225;rias.

A WCS Brasil refor&#231;a a parceria com iniciativas como essa, que ampliam as oportunidades de troca de saberes, promovem pr&#225;ticas sustent&#225;veis e impulsionam o protagonismo das comunidades na conserva&#231;&#227;o da Amaz&#244;nia.
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Tue, 10 Jun 2025 15:39:00 GMT</pubDate> 
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    <title>WCS Brasil participa de f&#243;rum nacional sobre combate ao tr&#225;fico de fauna silvestre</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24634/WCS-Brasil-participa-de-forum-nacional-sobre-combate-ao-trafico-de-fauna-silvestre.aspx</link> 
    <description>

Evento reuniu autoridades, pesquisadores, representantes da sociedade civil e movimento ind&#237;gena para discutir solu&#231;&#245;es integradas para um dos crimes ambientais mais lucrativos e pouco punido do mundo.

A WCS Brasil marcou presen&#231;a no F&#243;rum de Combate ao Tr&#225;fico de Vida Silvestre, realizado nos dias 4 e 5&amp;nbsp;de junho, em Campinas (SP). O evento, promovido pela Conservare Wild Consulting, por meio da iniciativa Vozes pela Fauna, reuniu autoridades p&#250;blicas, pesquisadores, organiza&#231;&#245;es da sociedade civil e jornalistas especializados para debater os desafios e caminhos para frear esse mercado ilegal que movimenta bilh&#245;es por ano e amea&#231;a diretamente a biodiversidade brasileira.

Representando a WCS Brasil, estiveram presentes o especialista em Combate ao Tr&#225;fico da Vida Silvestre, Ant&#244;nio de Carvalho, e o analista de GIS, Daniel Soares, que &#233; especialista em intelig&#234;ncia artificial, ci&#234;ncia de dados e geoprocessamento aplicados &#224; conserva&#231;&#227;o ambiental.



Para Ant&#244;nio Carvalho, que falou sobre desafios, lacunas e apresentou casos de sucesso e boas pr&#225;ticas no combate a esse tipo de tr&#225;fico, a falta de integra&#231;&#227;o das bases de dados das institui&#231;&#245;es brasileiras limita a a&#231;&#227;o e a resposta orientada por dados de intelig&#234;ncia. Ele ressaltou ainda que articula&#231;&#245;es entre os &#243;rg&#227;os ambientais e de seguran&#231;a, nacionais e internacionais, s&#227;o de vital import&#226;ncia. &amp;ldquo;O tr&#225;fico de fauna opera em redes e para desmontar redes criminosas, a resposta tamb&#233;m precisa ser em rede. Isso exige que IBAMA, ICMBio, Pol&#237;cia Federal, Receita e as for&#231;as estaduais atuem n&#227;o de forma isolada, mas com intelig&#234;ncia compartilhada, com protocolos integrados e com confian&#231;a m&#250;tua. Essa coordena&#231;&#227;o &#233; o que permite ir al&#233;m da apreens&#227;o pontual: ela possibilita identificar rotas, atores-chave e at&#233; estruturas de lavagem de dinheiro associadas ao tr&#225;fico&amp;rdquo;, disse o especialista.

O f&#243;rum tamb&#233;m discutiu o papel da tecnologia na detec&#231;&#227;o de redes ilegais de com&#233;rcio em plataformas digitais, os gargalos na legisla&#231;&#227;o ambiental e as rotas nacionais de tr&#225;fico &amp;ndash; que t&#234;m origem sobretudo nas regi&#245;es Norte, Nordeste e Centro-Oeste e destino final nos grandes centros urbanos do Sudeste.



Em sua fala, Daniel Soares destacou como a intelig&#234;ncia artificial e o geoprocessamento podem fortalecer a luta contra crimes ambientais, especialmente na Amaz&#244;nia: &amp;ldquo;Proteger a biodiversidade n&#227;o &#233; s&#243; uma quest&#227;o ecol&#243;gica, &#233; uma quest&#227;o de soberania e de futuro. A tecnologia pode ser uma aliada poderosa nessa miss&#227;o, mas precisa estar conectada ao territ&#243;rio, aos saberes tradicionais e ao compromisso coletivo de proteger o que ainda temos&amp;rdquo;.



A participa&#231;&#227;o da WCS Brasil no evento refor&#231;a o compromisso institucional com a defesa da sociobiodiversidade e com o enfrentamento das m&#250;ltiplas formas de viol&#234;ncia ambiental. Para Ant&#244;nio Carvalho, a troca de experi&#234;ncias em f&#243;runs como este fortalece alian&#231;as e impulsiona solu&#231;&#245;es sustent&#225;veis de longo prazo. &amp;ldquo;O tr&#225;fico de fauna silvestre representa um crime contra os animais e uma agress&#227;o direta ao equil&#237;brio ecol&#243;gico e &#224;s comunidades que dependem da floresta viva para existir. N&#227;o se trata apenas de punir. Trata-se de proteger o que ainda existe, de impedir que mais esp&#233;cies desapare&#231;am, e de informar que crime ambiental tamb&#233;m &#233; crime organizado e deve ser enfrentado com seriedade e prioridade&amp;rdquo;, concluiu.

Fotos:&amp;nbsp;Thomaz Marostegan/Conservare
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Mon, 09 Jun 2025 17:57:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Povos ind&#237;genas lideram protagonismo clim&#225;tico rumo &#224; COP30</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24631/Povos-indigenas-lideram-protagonismo-climatico-rumo-a-COP30.aspx</link> 
    <description>

WCS Brasil reafirma compromisso com os direitos dos povos origin&#225;rios durante a Pr&#233;-COP Ind&#237;gena, em Bras&#237;lia.

Lideran&#231;as ind&#237;genas da Bacia Amaz&#244;nica e de todos os biomas brasileiros se reuniram em Bras&#237;lia (DF), de 2 a 5 de junho, para a Pr&#233;-COP30 Ind&#237;gena, um marco preparat&#243;rio para a Confer&#234;ncia das Na&#231;&#245;es Unidas sobre Mudan&#231;as Clim&#225;ticas (COP30), que ser&#225; realizada em Bel&#233;m do Par&#225;, em novembro de 2025. A WCS Brasil, que atua na defesa dos direitos ind&#237;genas e da sociobiodiversidade amaz&#244;nica, esteve presente no evento, refor&#231;ando seu apoio ao protagonismo dos povos origin&#225;rios nas decis&#245;es clim&#225;ticas globais. A Pr&#233;-COP Ind&#237;gena foi liderada pela Coordena&#231;&#227;o das Organiza&#231;&#245;es Ind&#237;genas da Amaz&#244;nia Brasileira (COIAB).

No &#250;ltimo, dos quatro dias de debates e articula&#231;&#245;es pol&#237;ticas, foi entregue &#224; Ministra dos Povos Ind&#237;genas, S&#244;nia Guajajara, a Declara&#231;&#227;o dos Povos Ind&#237;genas da Amaz&#244;nia, documento hist&#243;rico que estabelece diretrizes e prioridades ind&#237;genas para a COP30. Os povos origin&#225;rios deixaram claro: &amp;ldquo;Seremos os anfitri&#245;es e protagonistas da COP30. Pela primeira vez, o mundo discutir&#225; o futuro clim&#225;tico em nosso territ&#243;rio, dentro da Amaz&#244;nia&amp;rdquo;.



Entre as principais demandas est&#227;o o reconhecimento e prote&#231;&#227;o dos territ&#243;rios ind&#237;genas, a garantia de financiamento clim&#225;tico direto &#224;s organiza&#231;&#245;es ind&#237;genas, a participa&#231;&#227;o plena e efetiva nas decis&#245;es internacionais e o reconhecimento dos conhecimentos tradicionais como estrat&#233;gias leg&#237;timas de mitiga&#231;&#227;o e adapta&#231;&#227;o clim&#225;tica.

A Amaz&#244;nia, que abriga cerca de 340 povos ind&#237;genas e possui um papel vital na regula&#231;&#227;o clim&#225;tica global, enfrenta hoje um ponto cr&#237;tico de degrada&#231;&#227;o ambiental. &amp;ldquo;A floresta fala por n&#243;s e sua voz ecoa com urg&#234;ncia&amp;rdquo;, afirmam os signat&#225;rios da declara&#231;&#227;o. Eles tamb&#233;m exigem que a COP30 reconhe&#231;a legalmente os territ&#243;rios ind&#237;genas como zonas livres de atividades extrativas e incorpore a prote&#231;&#227;o de defensoras e defensores ind&#237;genas como parte das pol&#237;ticas clim&#225;ticas.

Para a WCS Brasil, que apoia o fortalecimento da governan&#231;a ind&#237;gena, participar da Pr&#233;-COP Ind&#237;gena &#233; reafirmar o compromisso com uma transi&#231;&#227;o clim&#225;tica justa, constru&#237;da a partir do respeito aos direitos coletivos e da valoriza&#231;&#227;o das solu&#231;&#245;es j&#225; existentes nos territ&#243;rios tradicionais.

⁠&amp;ldquo;Estar presente na Pr&#233;-COP Ind&#237;gena, participar da constru&#231;&#227;o conjunta de uma agenda clim&#225;tica e apoiar a causa &#233; reconhecer que os povos ind&#237;genas s&#227;o autoridades do clima, guardi&#245;es da maior floresta tropical do planeta e protagonistas de qualquer futuro sustent&#225;vel poss&#237;vel&amp;rdquo;, destaca Ana Luiza Melga&#231;o, especialista em articula&#231;&#227;o com povos ind&#237;genas, da WCS Brasil.

A Pr&#233;-COP Ind&#237;gena tamb&#233;m refor&#231;ou a necessidade de engajamento multissetorial, envolvendo governos, setor privado, sociedade civil e financiadores. Como destacou a declara&#231;&#227;o final, &amp;ldquo;manter a Amaz&#244;nia viva &#233; manter o planeta de p&#233;&amp;rdquo;.

A WCS Brasil seguir&#225; somando esfor&#231;os com as lideran&#231;as ind&#237;genas rumo &#224; COP30, atuando para que suas vozes sejam ouvidas e incorporadas como pilares das decis&#245;es clim&#225;ticas globais.

Confira na &#237;ntegra a&amp;nbsp;Declara&#231;&#227;o dos Povos Ind&#237;genas da Amaz&#244;nia
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Fri, 06 Jun 2025 18:57:00 GMT</pubDate> 
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    <comments>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24626/Formacao-de-equipe-de-campo-para-o-Programa-de-Conservacao-dos-Quelonios-do-Baixo-Rio-Negro.aspx#Comments</comments> 
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    <title>Forma&#231;&#227;o de equipe de campo para o Programa de Conserva&#231;&#227;o dos Quel&#244;nios do Baixo Rio Negro</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24626/Formacao-de-equipe-de-campo-para-o-Programa-de-Conservacao-dos-Quelonios-do-Baixo-Rio-Negro.aspx</link> 
    <description>

A WCS Brasil est&#225; em busca de jovens estudantes universit&#225;rios e/ou profissionais interessados em participar das atividades de pesquisa, conserva&#231;&#227;o e educa&#231;&#227;o ambiental do Programa de Manejo e Conserva&#231;&#227;o de Quel&#244;nios da Amazonia.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;

S&#227;o oferecidas vagas para estudantes e profissionais dos cursos de Biologia, Oceanografia, Medicina Veterin&#225;ria, Engenharia de Pesca, Gest&#227;o Ambiental, Engenharia Ambiental, Turismo e outras &#225;reas afins.&amp;nbsp;

O Programa oferece alojamento simples nas comunidades (dormir na rede), transporte de Manaus at&#233; as &#225;reas de trabalho, alimenta&#231;&#227;o e ajuda de custo (um sal&#225;rio-m&#237;nimo/m&#234;s). As despesas da cidade de origem at&#233; Manaus n&#227;o s&#227;o pagas pela WCS.&amp;nbsp;&amp;nbsp;

Per&#237;odo do Programa&amp;nbsp;

A temporada reprodutiva dos quel&#244;nios da Amaz&#244;nia se inicia em fun&#231;&#227;o do per&#237;odo de vazante dos rios, normalmente de final de agosto a final de janeiro.&amp;nbsp;

O per&#237;odo das vagas para os colaboradores &#233; de 01 de setembro de 2025 a 15 de janeiro de 2026, totalizando 140 dias. O per&#237;odo m&#237;nimo para participa&#231;&#227;o no programa &#233; de 60 dias consecutivos, podendo haver prorroga&#231;&#227;o conforme interesse. O trabalho se iniciar&#225; em setembro de 2025.&amp;nbsp;

Nos dias 26 e 27 de agosto acontecer&#225; a capacita&#231;&#227;o para a equipe selecionada (atividade obrigat&#243;ria), em Manaus. A partir do dia 29 de agosto, iniciam-se as viagens para instala&#231;&#227;o das atividades em campo.&amp;nbsp;

Na &#250;ltima semana de outubro (datas a confirmar) acontecer&#225; a segunda capacita&#231;&#227;o para a nova equipe de campo, que iniciar&#225; as atividades em 01 de novembro de 2025.&amp;nbsp;&amp;nbsp;

Condi&#231;&#245;es para participar do Programa&amp;nbsp;


 
 Ser estudante ou profissional das &#225;reas afins;&amp;nbsp;
 



 
 Disponibilidade m&#237;nima de permanecer 60 dias consecutivos em campo;&amp;nbsp;
 



 
 Ter afinidade e disposi&#231;&#227;o para vivenciar o dia a dia das comunidades locais;&amp;nbsp;
 



 
 Facilidade para trabalhar em equipe e com comunidades locais;&amp;nbsp;
 



 
 Disposi&#231;&#227;o para trabalhar fora dos hor&#225;rios convencionais;&amp;nbsp;
 



 
 Ter disponibilidade para ficar sem ou sinal de internet limitado. &amp;nbsp;
 &amp;nbsp;
 


Per&#237;odo de sele&#231;&#227;o&amp;nbsp;

Entre 05 e 27 de junho de 2025 est&#225; aberto nosso edital para inscri&#231;&#227;o dos interessados Dia 04 de julho de 2025 ser&#225; publicado o resultado da sele&#231;&#227;o&amp;nbsp;

Como se inscrever:&amp;nbsp;


 
 Preencher question&#225;rio dispon&#237;vel no link:&amp;nbsp;https://forms.gle/ARbAcQeUz2VqWVsA9&amp;nbsp;
 



 
 Enviar documentos solicitados no formul&#225;rio para email indicado.&amp;nbsp;
 


Programa de Conserva&#231;&#227;o dos Quel&#244;nios&amp;nbsp;

Na Amaz&#244;nia, os quel&#244;nios al&#233;m de contribu&#237;rem com in&#250;meros servi&#231;os ecossist&#234;micos (ciclagem de nutrientes, dispers&#227;o de sementes etc.) eles tamb&#233;m s&#227;o uma importante fonte de prote&#237;na para as comunidades locais. Entretanto, apesar disso os quel&#244;nios s&#227;o um dos grupos de vertebrados mais amea&#231;ados do planeta e no bioma Amaz&#244;nia, n&#227;o &#233; uma exce&#231;&#227;o.&amp;nbsp;&amp;nbsp;

Dentre as &#225;reas mais importantes para conserva&#231;&#227;o de quel&#244;nios na Amaz&#244;nia, a bacia do rio Negro se destaca pela diversidade de esp&#233;cies, e dentre elas, algumas amea&#231;adas pelo consumo e com&#233;rcio ilegal. Nessa bacia ocorre a distribui&#231;&#227;o de duas esp&#233;cies bastante pressionadas pelo tr&#225;fico regional, a irapuca (Podocnemis erythrocephala) o cabe&#231;udo (Peltocephalus dumelirianus)&amp;nbsp;

Desde 2014 a WCS Brasil atua na conserva&#231;&#227;o dos quel&#244;nios no baixo rio Negro com a participa&#231;&#227;o das comunidades ribeirinhas locais, atrav&#233;s do &amp;ldquo;Programa de Conserva&#231;&#227;o dos Quel&#244;nios do Mosaico do Baixo Rio Negro&amp;rdquo;. Hoje est&#225; inserido no Programa Monitora +10 do ICMBio que atua nas Unidades de Conserva&#231;&#227;o Federais com o apoio da WCS Brasil atrav&#233;s do financiamento da Funda&#231;&#227;o Moore e Fundo Bezos.&amp;nbsp;&amp;nbsp;
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Thu, 05 Jun 2025 19:04:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Encerramento do Abril Ind&#237;gena Reafirma Demarca&#231;&#227;o de Terras como Pilar da Pol&#237;tica Clim&#225;tica</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24536/Encerramento-do-Abril-Indigena-Reafirma-Demarcacao-de-Terras-como-Pilar-da-Politica-Climatica.aspx</link> 
    <description>

O Abril Ind&#237;gena de 2025 foi marcado por conquistas significativas e mobiliza&#231;&#245;es intensas em prol dos povos origin&#225;rios e da prote&#231;&#227;o do meio ambiente. A WCS Brasil esteve presente ao longo de toda a programa&#231;&#227;o, apoiando ativamente as a&#231;&#245;es que refor&#231;am a demarca&#231;&#227;o de Terras Ind&#237;genas como uma estrat&#233;gia urgente e essencial no enfrentamento da crise clim&#225;tica. A organiza&#231;&#227;o refor&#231;a a necessidade de que esse reconhecimento se traduza em compromissos concretos nas metas clim&#225;ticas oficiais do Brasil, especialmente diante dos desafios que se imp&#245;em &#224; Amaz&#244;nia e aos seus povos.

Demarca&#231;&#227;o de Terras como Estrat&#233;gia Clim&#225;tica

Durante a 21a edi&#231;&#227;o do Acampamento Terra Livre (ATL), realizado em Bras&#237;lia, povos ind&#237;genas de todo pa&#237;s lan&#231;aram luz sobre a import&#226;ncia da demarca&#231;&#227;o de Terras Ind&#237;genas (TIs) como pol&#237;tica clim&#225;tica. A campanha &amp;quot;A Resposta Somos N&#243;s&amp;quot;, conduzida pela Coordena&#231;&#227;o das Organiza&#231;&#245;es Ind&#237;genas da Amaz&#244;nia Brasileira (COIAB) e pela Articula&#231;&#227;o dos Povos Ind&#237;genas do Brasil (APIB), deixou claro que garantir a prote&#231;&#227;o dos territ&#243;rios tradicionalmente ocupados &#233; uma das formas mais eficazes de conter o desmatamento, conservar os ecossistemas e contribuir para o equil&#237;brio clim&#225;tico do planeta.

Um dos marcos do ATL foi o lan&#231;amento da Comiss&#227;o Internacional Ind&#237;gena para a COP30, um passo significativo na consolida&#231;&#227;o da diplomacia ind&#237;gena rumo &#224; Confer&#234;ncia do Clima da ONU, que acontecer&#225; em Bel&#233;m, em 2025. A presen&#231;a de lideran&#231;as de diversos pa&#237;ses refor&#231;ou o papel dos povos ind&#237;genas nas discuss&#245;es globais sobre o clima.

A WCS Brasil reconhece e apoia esse protagonismo como elemento vital para garantir que as vozes dos povos ind&#237;genas estejam nos espa&#231;os globais de decis&#227;o. Nesse contexto, &#233; destaque o avan&#231;o no apoio ao processo de demarca&#231;&#227;o de TIs na regi&#227;o do Alto Rio I&#231;&#225; (AM), realizado por meio de um Acordo de Coopera&#231;&#227;o T&#233;cnica com a Funda&#231;&#227;o Nacional dos Povos Ind&#237;genas (FUNAI). Essa parceria fortalece o reconhecimento e a prote&#231;&#227;o legal dos territ&#243;rios ind&#237;genas, elemento fundamental para a resili&#234;ncia clim&#225;tica do pa&#237;s.

Fortalecimento da Gest&#227;o Territorial e Ambiental nas TIs Bet&#226;nia e Matintin



Outro ponto de destaque do Abril Ind&#237;gena foi a valoriza&#231;&#227;o de experi&#234;ncias de gest&#227;o territorial lideradas pelas pr&#243;prias comunidades. Nas Terras Ind&#237;genas Bet&#226;nia e Matintin, no Amazonas, ind&#237;genas est&#227;o elaborando seus Planos de Gest&#227;o Territorial e Ambiental (PGTAs), com apoio t&#233;cnico da WCS Brasil e do Instituto Ngutapa

Esses planos s&#227;o ferramentas fundamentais para garantir a autonomia das comunidades na gest&#227;o de seus territ&#243;rios, promovendo a integra&#231;&#227;o entre saberes tradicionais e pr&#225;ticas modernas de manejo ambiental. A iniciativa refor&#231;a o papel das comunidades ind&#237;genas como guardi&#245;es da floresta e como agentes ativos na conserva&#231;&#227;o da biodiversidade e no enfrentamento das mudan&#231;as clim&#225;ticas.&amp;nbsp;

Coopera&#231;&#227;o com a APIAM para Reconhecimento Territorial



Durante o Acampamento Terra Livre (ATL), a WCS Brasil formalizou tamb&#233;m um Acordo de Coopera&#231;&#227;o T&#233;cnica com a Articula&#231;&#227;o das Organiza&#231;&#245;es e Povos Ind&#237;genas do Amazonas (APIAM). A parceria prev&#234; a&#231;&#245;es estrat&#233;gicas voltadas ao reconhecimento de territ&#243;rios ind&#237;genas no estado, considerando &#225;reas reivindicadas e processos fundi&#225;rios em curso.&amp;nbsp;

O acordo busca fortalecer a governan&#231;a ind&#237;gena e ampliar a incid&#234;ncia pol&#237;tica junto aos &#243;rg&#227;os competentes, conectando a agenda de direitos territoriais com os compromissos clim&#225;ticos do Brasil. A iniciativa contribui diretamente para garantir seguran&#231;a jur&#237;dica aos territ&#243;rios ind&#237;genas e fortalecer sua contribui&#231;&#227;o para a conserva&#231;&#227;o da Amaz&#244;nia.

&amp;nbsp;
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Fri, 09 May 2025 13:43:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Acampamento Terra Livre 2025 celebra 20 anos da APIB com for&#231;a, uni&#227;o e protagonismo dos povos ind&#237;genas</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24318/Acampamento-Terra-Livre-2025-celebra-20-anos-da-APIB-com-forca-uniao-e-protagonismo-dos-povos-indigenas.aspx</link> 
    <description>

Em sua 21&amp;ordf; edi&#231;&#227;o, o Acampamento Terra Livre (ATL) reafirmou-se como o maior ato pol&#237;tico dos povos ind&#237;genas do Brasil. Realizado de 7 a 11 de abril, em Bras&#237;lia, o evento reuniu mais de 8 mil ind&#237;genas de mais de 150 povos, fortalecendo alian&#231;as e ecoando vozes ancestrais em defesa da vida, dos territ&#243;rios e dos direitos origin&#225;rios.

A delega&#231;&#227;o apoiada pela WCS Brasil, composta por nove lideran&#231;as ind&#237;genas do rio I&#231;&#225;, esteve presente em v&#225;rias frentes da mobiliza&#231;&#227;o &amp;ndash; desde as plen&#225;rias pol&#237;ticas at&#233; as atividades culturais, fortalecendo o protagonismo de seus povos e ampliando os espa&#231;os de di&#225;logo e resist&#234;ncia.

&amp;ldquo;Ir at&#233; o ATL foi muito importante para reunir n&#243;s, lideran&#231;as de base. Poder ir at&#233; Bras&#237;lia e levar nossas demandas, para o governo federal e tamb&#233;m nos reunir com todos os povos atrav&#233;s das organiza&#231;&#245;es ind&#237;genas, como APIB, COIAB, APIAM, FOCCIT, nosso Instituto Ngutapa, discutindo sobre a seguran&#231;a territorial, pol&#237;tica social para n&#243;s, povos ind&#237;genas de todo Brasil, poder dialogar e mandar a mensagem ao governo federal, &#233; muito necess&#225;rio, e construir novas propostas juntos&amp;rdquo;, declarou Sin&#233;sio Trov&#227;o, do povo Tikuna, articulador pol&#237;tico do Instituto Ngutapa.

Com o tema &amp;ldquo;Apib Somos Todos N&#243;s - Em Defesa da Constitui&#231;&#227;o e da Vida&amp;rdquo;, o ATL 2025 foi palco de momentos hist&#243;ricos:


- Lan&#231;amento da Comiss&#227;o Internacional Ind&#237;gena para a COP30, conduzido pela Apib e protagonizado por lideran&#231;as ind&#237;genas nacional e internacional. Contou com a participa&#231;&#227;o de ministras, parlamentares e representantes do governo federal: presidente da COP30, embaixador Andr&#233; Corr&#234;a do Lago; &amp;nbsp;secret&#225;ria-executiva da COP30, Ana Toni; &amp;nbsp;ministra dos Povos Ind&#237;genas, S&#244;nia Guajajara; &amp;nbsp;ministra do Meio Ambiente e de Mudan&#231;as do Clima, Marina Silva; &amp;nbsp;secret&#225;rio-geral da Presid&#234;ncia da Rep&#250;blica, M&#225;rcio Mac&#234;do; &amp;nbsp;secret&#225;rio de Pol&#237;ticas para Quilombolas, Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Povos de Terreiros e Ciganos do Minist&#233;rio da Igualdade Racial, Ronaldo dos Santos; e deputadas federais C&#233;lia Xacriab&#225; (PSOL-MG) e &#201;rika Hilton (PSOL-SP);
- Realiza&#231;&#227;o da Marcha &amp;quot;Apib Somos Todos N&#243;s: Nosso Futuro N&#227;o Est&#225; &#224; Venda&amp;quot;, com den&#250;ncias de ataques institucionais aos direitos ind&#237;genas exigindo o fim da C&#226;mara de Concilia&#231;&#227;o e a declara&#231;&#227;o de inconstitucionalidade da Lei n&amp;ordm; 14.701/2023; dos conflitos e impactos de grandes empreendimentos aos territ&#243;rios ind&#237;genas, como os projetos de energia e combust&#237;veis f&#243;sseis que violam os territ&#243;rios tradicionais e atividades de minera&#231;&#227;o;
- Realiza&#231;&#227;o da Marcha &amp;ldquo;A Resposta Somos N&#243;s&amp;rdquo;, reafirmando que a demarca&#231;&#227;o de Terras Ind&#237;genas &#233; essencial para garantir os direitos constitucionais dos povos origin&#225;rios e uma importante estrat&#233;gia para enfrentar a crise clim&#225;tica;
- Manifesta&#231;&#245;es culturais e atos, demonstrando a for&#231;a e a organiza&#231;&#227;o do movimento ind&#237;gena;
- Realiza&#231;&#227;o de diferentes plen&#225;rias tem&#225;ticas sobre sa&#250;de, educa&#231;&#227;o, mudan&#231;as clim&#225;ticas, juventude, direitos das mulheres e fortalecimento da luta em &#226;mbito internacional, trouxeram ricas discuss&#245;es e reivindica&#231;&#245;es que foram expressas no Documento final do ATL 2025, em que os povos ind&#237;genas, em coro, afirmam: &amp;ldquo;A resposta Somos N&#243;s!&amp;rdquo;, defendendo a Constitui&#231;&#227;o, a biodiversidade e um futuro justo e sustent&#225;vel para todos.

Para Rozivane Kokama, representante da juventude do alto rio I&#231;&#225;, &amp;ldquo;O ATL 2025 foi um marco de uni&#227;o e afirma&#231;&#227;o de nossas identidades. Participar desse momento foi um privil&#233;gio e tamb&#233;m uma responsabilidade. Voltamos para os territ&#243;rios mais fortes, mais conscientes e mais conectados com os parentes de todo o pa&#237;s&amp;rdquo;.

As lideran&#231;as ind&#237;genas do rio I&#231;&#225; retornam aos seus territ&#243;rios marcadas n&#227;o s&#243; pela for&#231;a da mobiliza&#231;&#227;o, mas tamb&#233;m pela indigna&#231;&#227;o diante da trucul&#234;ncia policial enfrentada na &#250;ltima marcha do evento, realizada na quinta-feira (11), em Bras&#237;lia.

Durante o ato pac&#237;fico que encerrava uma semana de intensas atividades pol&#237;ticas e culturais, as lideran&#231;as ind&#237;genas foram surpreendidas com uma a&#231;&#227;o repressiva por parte da Pol&#237;cia Militar, que utilizou bombas de g&#225;s lacrimog&#234;neo e spray de pimenta para dispersar os manifestantes. &amp;ldquo;A gente veio com a palavra, com os cantos e os marac&#225;s e fomos recebidos com viol&#234;ncia. Isso mostra como ainda somos vistos como inimigos dentro do nosso pr&#243;prio pa&#237;s&amp;rdquo;, denunciou Silbeni Ovidio, presidente da Organiza&#231;&#227;o dos Professores Tikuna Bil&#237;ngues do Alto Solim&#245;es &amp;nbsp;(OGPTB).

A WCS Brasil se une &#224; Apib e a outras organiza&#231;&#245;es da sociedade civil no rep&#250;dio &#224; viol&#234;ncia sofrida pelos povos ind&#237;genas e pela deputada federal C&#233;lia Xakriab&#225;, e refor&#231;a a urg&#234;ncia da pauta territorial. &amp;ldquo;Essa repress&#227;o revela o racismo institucional ainda presente no Estado brasileiro. Voltamos de Bras&#237;lia com a responsabilidade ainda maior de ampliar o apoio &#224;s lutas dos povos origin&#225;rios. Estar ao lado dos povos ind&#237;genas nesse processo &#233; um compromisso &#233;tico e pol&#237;tico com a justi&#231;a socioambiental. O ATL 2025 entra para a hist&#243;ria como um grito coletivo por respeito, dignidade e futuro&amp;rdquo;, afirmou Ana Luiza Melga&#231;o, Especialista em Articula&#231;&#227;o com Povos Ind&#237;genas, da WCS Brasil.

A organiza&#231;&#227;o reafirma seu apoio &#224;s lutas dos povos ind&#237;genas e seguir&#225; somando esfor&#231;os para fortalecer suas vozes e seus direitos.
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Mon, 14 Apr 2025 18:28:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Pelo segundo ano, comitiva de ind&#237;genas do rio I&#231;&#225; chega ao Acampamento Terra Livre com apoio da WCS Brasil</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24292/Pelo-segundo-ano-comitiva-de-indigenas-do-rio-Ica-chega-ao-Acampamento-Terra-Livre-com-apoio-da-WCS-Brasil.aspx</link> 
    <description>

Parceria com Instituto Ngutapa fortalece a presen&#231;a de lideran&#231;as Tikuna e Kokama na maior mobiliza&#231;&#227;o ind&#237;gena do pa&#237;s

Bras&#237;lia, abril de 2025 &amp;mdash; A WCS Brasil, em parceria com o Instituto Ngutapa, apoia pelo segundo ano consecutivo a participa&#231;&#227;o de uma comitiva ind&#237;gena do rio I&#231;&#225; (AM) no Acampamento Terra Livre (ATL), maior mobiliza&#231;&#227;o nacional dos povos ind&#237;genas, que acontece em Bras&#237;lia, dos dias 7 a 11 de abril.

Neste ano, a comitiva &#233; composta por nove ind&#237;genas das etnias Tikuna e Kokama, vindos de tr&#234;s territ&#243;rios do Amazonas: Terra Ind&#237;gena (TI) Bet&#226;nia, TI Matintin e o Territ&#243;rio do Alto I&#231;&#225;. A iniciativa busca garantir que as vozes desses povos e territ&#243;rios estejam presentes nas discuss&#245;es e decis&#245;es que afetam diretamente seus modos de vida, seus direitos e seus territ&#243;rios.

A atua&#231;&#227;o da WCS Brasil na regi&#227;o do rio I&#231;&#225; &#233; realizada atrav&#233;s do Programa Povos e Territ&#243;rios Ind&#237;genas, com a&#231;&#245;es voltadas para o fortalecimento de organiza&#231;&#245;es e lideran&#231;as ind&#237;genas, apoio &#224; gest&#227;o territorial e ambiental de terras ind&#237;genas, reconhecimento de territ&#243;rios e promo&#231;&#227;o dos direitos ind&#237;genas.



&amp;quot;Para mim, o ATL representa um potente espa&#231;o de luta pela manuten&#231;&#227;o, conquista e respeito aos direitos ind&#237;genas. &#201; onde os diferentes povos do Brasil mostram sua for&#231;a, grandeza, resist&#234;ncia e uni&#227;o. E onde n&#243;s, aliados, podemos demonstrar que estamos de verdade juntos nessa luta, que a luta dos povos ind&#237;genas &#233; nossa tamb&#233;m. Como parceiros, estamos ali atentos, para uma escuta ativa dos pensamentos e reivindica&#231;&#245;es dos povos ind&#237;genas, apoiando o protagonismo e fortalecimento das principais pautas ind&#237;genas. &#201; um importante espa&#231;o de aprendizagem, troca de experi&#234;ncias e articula&#231;&#227;o, entre povos, entre parceiros e institui&#231;&#245;es, afirmou Ana Luiza Melga&#231;o, especialista em articula&#231;&#227;o com povos ind&#237;genas da WCS Brasil.

A demarca&#231;&#227;o de terras ind&#237;genas ser&#225; a principal pauta da comitiva no ATL 2025. A WCS Brasil mant&#233;m um Acordo de Coopera&#231;&#227;o T&#233;cnica com a Funda&#231;&#227;o Nacional dos Povos Ind&#237;genas (FUNAI) e, junto &#224;s comunidades ind&#237;genas, vem atuando para iniciar o processo demarcat&#243;rio da TI do Alto I&#231;&#225;. A primeira etapa &amp;mdash; os estudos de identifica&#231;&#227;o e delimita&#231;&#227;o do territ&#243;rio &amp;mdash; ser&#225; realizada por um Grupo T&#233;cnico multidisciplinar, j&#225; contratado pela organiza&#231;&#227;o, e cuja publica&#231;&#227;o no Di&#225;rio Oficial est&#225; prevista ainda para esta semana, durante o ATL.



Al&#233;m disso, a comitiva tamb&#233;m refor&#231;ar&#225; a import&#226;ncia das iniciativas pr&#243;prias de gest&#227;o territorial e ambiental nas TIs Bet&#226;nia e Matintin. Com apoio da WCS Brasil e do Instituto Ngutapa, lideran&#231;as ind&#237;genas est&#227;o &#224; frente da elabora&#231;&#227;o dos Planos de Gest&#227;o Territorial e Ambiental (PGTAs) desses territ&#243;rios, reafirmando o protagonismo dos povos ind&#237;genas na conserva&#231;&#227;o da biodiversidade e no enfrentamento da crise clim&#225;tica.

A presen&#231;a no Acampamento Terra Livre 2025 reafirma o compromisso da WCS Brasil com os direitos ind&#237;genas e o reconhecimento do papel central dos povos origin&#225;rios na prote&#231;&#227;o dos territ&#243;rios e do meio ambiente.



Acampamento Terra Livre - Na sua 21a edi&#231;&#227;o, o Acampamento Terra Livre &#233; realizado pela Articula&#231;&#227;o dos Povos Ind&#237;genas do Brasil (APIB) e tem como tema de 2025 &amp;ldquo;APIB somos todos n&#243;s: Em defesa da Constitui&#231;&#227;o e da vida&amp;rdquo;.&amp;nbsp;

Em 2025, o ATL ter&#225; como pautas principais:&amp;nbsp;


 A defesa dos direitos ind&#237;genas (territoriais, culturais e identidade, protegidos pela&amp;nbsp; Constitui&#231;&#227;o de 1988) e amea&#231;ados pela Lei n&amp;ordm; 14.701/2023, aprovada no Senado e que oficializa o Marco Temporal; mesa de concilia&#231;&#227;o no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os direitos territoriais ind&#237;genas e a institui&#231;&#227;o do marco temporal;
 Resist&#234;ncia contra a minera&#231;&#227;o em &#225;reas ind&#237;genas;
 Reconhecimento dos ind&#237;genas na prote&#231;&#227;o da biodiversidade;&amp;nbsp;
 Institui&#231;&#227;o da demarca&#231;&#227;o de terras ind&#237;genas como uma pol&#237;tica clim&#225;tica fundamental e inclus&#227;o nas metas clim&#225;ticas do Brasil;
 Reivindica&#231;&#227;o da co-presid&#234;ncia da COP 30 do Clima, e campanha da Coordena&#231;&#227;o das Organiza&#231;&#245;es Ind&#237;genas da Amaz&#244;nia Brasileira (COIAB): &amp;quot;A resposta somos n&#243;s&amp;quot;
 Amaz&#244;nia Ind&#237;gena, pela Amaz&#244;nia e pelo Clima

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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Mon, 07 Apr 2025 23:21:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Com apoio da WCS Brasil, comunidades ind&#237;genas da regi&#227;o do rio I&#231;&#225; avan&#231;am na constru&#231;&#227;o de seus Planos de Gest&#227;o Territorial e Ambiental</title> 
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    <description>

Entre os dias 28 e 30 de mar&#231;o, a aldeia Novo Dia, localizada na Terra Ind&#237;gena (TI) Matintin, foi palco da Oficina de Elabora&#231;&#227;o do Plano de Gest&#227;o Territorial e Ambiental (PGTA) da TI Bet&#226;nia e da TI Matintin. O evento marcou o in&#237;cio da segunda etapa do processo, focada no diagn&#243;stico socioambiental e no mapeamento participativo das comunidades.

Durante a oficina, lideran&#231;as ind&#237;genas, parceiros institucionais e t&#233;cnicos colaboraram na constru&#231;&#227;o de mapas tem&#225;ticos e na identifica&#231;&#227;o dos recursos naturais presentes nos territ&#243;rios e dos conhecimentos tradicionais associados. A pr&#243;xima fase ser&#225; o treinamento de pesquisadores ind&#237;genas locais para a realiza&#231;&#227;o de levantamentos socioecon&#244;micos e ambientais em todas as comunidades das duas TIs. Essa etapa busca identificar a situa&#231;&#227;o dos recursos naturais, ocupa&#231;&#227;o e governan&#231;a territorial para subsidiar o planejamento da gest&#227;o.



O PGTA &#233; um instrumento fundamental para a promo&#231;&#227;o da autonomia ind&#237;gena, fortalecimento da governan&#231;a territorial, valoriza&#231;&#227;o cultural e desenvolvimento sustent&#225;vel, contribuindo tamb&#233;m para o di&#225;logo com pol&#237;ticas p&#250;blicas.

A constru&#231;&#227;o dos PGTAs nas TIs da regi&#227;o do rio I&#231;&#225; &#233; realizada pelo Instituto Ngutapa, em parceria com a WCS Brasil, com apoio financeiro da Funda&#231;&#227;o Gordon and Betty Moore e da Bezos Earth Fund. O objetivo &#233; apoiar a implementa&#231;&#227;o da PNGATI (Pol&#237;tica Nacional de Gest&#227;o Territorial e Ambiental de Terras Ind&#237;genas) e as iniciativas pr&#243;prias dos povos ind&#237;genas na gest&#227;o de seus territ&#243;rios, aliando conserva&#231;&#227;o da biodiversidade, bem-estar e respeito aos direitos e conhecimentos tradicionais.



O encontro contou com a participa&#231;&#227;o de importantes parceiros: Funda&#231;&#227;o Nacional dos Povos Ind&#237;genas (FUNAI), MiniLaborat&#243;rio Nova Cartografia Social da Amaz&#244;nia/UEA, WCS Col&#244;mbia, Secretaria de Sa&#250;de Ind&#237;gena (SESAI), Organiza&#231;&#227;o dos Professores Ticuna Bil&#237;ngues (OGPTB) e Rede de Jovens Comunicadores da TI Bet&#226;nia.


&amp;nbsp;
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Tue, 01 Apr 2025 16:53:00 GMT</pubDate> 
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    <title>WCS Brasil recebe classifica&#231;&#227;o m&#225;xima no Programa Sintonia da Receita Federal </title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24508/WCS-Brasil-recebe-classificacao-maxima-no-Programa-Sintonia-da-Receita-Federal.aspx</link> 
    <description>

Reconhecimento destaca o compromisso da organiza&#231;&#227;o com a responsabilidade fiscal e a conserva&#231;&#227;o ambiental&amp;nbsp;

A WCS Brasil foi reconhecida com a classifica&#231;&#227;o m&#225;xima &amp;quot;A+&amp;quot; no Programa Sintonia da Receita Federal, iniciativa que avalia o n&#237;vel de conformidade tribut&#225;ria e aduaneira de contribuintes em todo o pa&#237;s. A conquista refor&#231;a um dos pilares centrais da atua&#231;&#227;o da organiza&#231;&#227;o: a Conserva&#231;&#227;o com Responsabilidade.&amp;nbsp;

O Programa Sintonia tem como objetivo estimular o cumprimento volunt&#225;rio e correto das obriga&#231;&#245;es tribut&#225;rias, por meio da concess&#227;o de benef&#237;cios e tratamentos diferenciados &#224;s organiza&#231;&#245;es que demonstram elevado grau de conformidade. A nota &amp;quot;A+&amp;quot; &#233; a mais alta poss&#237;vel na avalia&#231;&#227;o da Receita Federal, refletindo excel&#234;ncia na regularidade fiscal, transpar&#234;ncia, governan&#231;a e boas pr&#225;ticas administrativas.&amp;nbsp;

Para Marcos Amend, diretor executivo da WCS Brasil, o reconhecimento &#233; resultado direto da responsabilidade com que a organiza&#231;&#227;o conduz suas a&#231;&#245;es de conserva&#231;&#227;o..&amp;nbsp;

&amp;ldquo;O &#234;xito de uma organiza&#231;&#227;o n&#227;o governamental n&#227;o est&#225; apenas em cumprir com sua fun&#231;&#227;o social. Os mesmos princ&#237;pios de &#233;tica, responsabilidade, legalidade e transpar&#234;ncia com que realizamos a&#231;&#245;es de conserva&#231;&#227;o s&#227;o aplicados tamb&#233;m em nossos compromissos tribut&#225;rios. Receber a nota m&#225;xima da Receita Federal n&#227;o deixa de ser uma honra, mas n&#227;o &#233; uma surpresa: ela &#233; reflexo do compromisso com que a organiza&#231;&#227;o se relaciona com suas obriga&#231;&#245;es p&#250;blicas.&amp;rdquo;, afirmou o diretor.&amp;nbsp;

O gerente financeiro e administrativo da WCS Brasil, Jorge Rombaldo, tamb&#233;m comemorou a conquista:&amp;nbsp;

&amp;ldquo;WCS ser reconhecida como uma institui&#231;&#227;o que cumpre rigorosamente suas obriga&#231;&#245;es tribut&#225;rias e fiscais &#233; um grande motivo de orgulho para nossa equipe. Nosso compromisso vai al&#233;m da efici&#234;ncia operacional: buscamos sempre a total conformidade com as exig&#234;ncias legais e princ&#237;pios &#233;ticos, garantindo que nossos processos estejam alinhados &#224;s melhores pr&#225;ticas e &#224; transpar&#234;ncia necess&#225;ria para uma gest&#227;o respons&#225;vel&amp;quot;, disse.&amp;nbsp;

A WCS Brasil atua h&#225; mais de duas d&#233;cadas desenvolvendo projetos de conserva&#231;&#227;o da biodiversidade na Amaz&#244;nia em parceria com comunidades locais, &#243;rg&#227;os p&#250;blicos e o setor privado. A conquista da nota &amp;ldquo;A+&amp;rdquo; refor&#231;a que a responsabilidade ambiental caminha lado a lado com a responsabilidade institucional.&amp;nbsp;
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Sun, 30 Mar 2025 12:48:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Comunidades do Rio Manicor&#233; avan&#231;am na constru&#231;&#227;o de acordo de pesca sustent&#225;vel </title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24527/Comunidades-do-Rio-Manicore-avancam-na-construcao-de-acordo-de-pesca-sustentavel.aspx</link> 
    <description>

A WCS Brasil, em parceria com a Central das Associa&#231;&#245;es Agroextrativistas do Rio Manicor&#233; (CAARIM), realizou a 2&amp;ordf; Assembleia Intercomunit&#225;ria para a constru&#231;&#227;o do Acordo de Pesca do Rio Manicor&#233;. O encontro aconteceu na comunidade Lago dos Rem&#233;dios, a cerca de 32 km da sede do munic&#237;pio de Manicor&#233;, no Amazonas.&amp;nbsp;

A assembleia reuniu mais de 90 participantes, entre representantes das comunidades ribeirinhas, secretarias municipais de Meio Ambiente (SEMADES) e de Abastecimento e Produ&#231;&#227;o (SEMAPA), IDAM, SINDPESCA Manicor&#233;, Col&#244;nia de Pescadores Z-20, C&#226;mara de Vereadores de Manicor&#233;, al&#233;m da organiza&#231;&#227;o TNC Brasil.&amp;nbsp;

Durante o evento, foram alinhadas propostas e sugest&#245;es para o zoneamento e defini&#231;&#227;o das regras de pesca, constru&#237;das de forma participativa com os principais usu&#225;rios dos recursos pesqueiros da regi&#227;o.&amp;nbsp;



O principal objetivo do Acordo de Pesca do Rio Manicor&#233; &#233; assegurar uma atividade pesqueira respons&#225;vel, que garanta estoques saud&#225;veis de peixes e sustentabilidade econ&#244;mica para os pescadores locais. A iniciativa busca promover o equil&#237;brio entre a conserva&#231;&#227;o ambiental e a manuten&#231;&#227;o da renda das fam&#237;lias que dependem da pesca na regi&#227;o.&amp;nbsp;

Essa segunda assembleia marca um passo importante na formaliza&#231;&#227;o do acordo e refor&#231;a o compromisso coletivo das comunidades, institui&#231;&#245;es e poder p&#250;blico em proteger os recursos naturais e fortalecer a economia local de maneira sustent&#225;vel.&amp;nbsp;
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Thu, 20 Mar 2025 18:16:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Fortalecimento dos Direitos Ind&#237;genas e Gest&#227;o Territorial no Alto Rio I&#231;&#225; &#233; destaque na WCS Brasil durante primeiros meses de 2025</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24506/Fortalecimento-dos-Direitos-Indigenas-e-Gestao-Territorial-no-Alto-Rio-Ica-e-destaque-na-WCS-Brasil-durante-primeiros-meses-de-2025.aspx</link> 
    <description>

No in&#237;cio de 2025, a WCS Brasil apoiou uma s&#233;rie de iniciativas voltadas ao fortalecimento dos direitos ind&#237;genas e &#224; gest&#227;o territorial, com destaque para o trabalho realizado nas Terras Ind&#237;genas Bet&#226;nia e Matintin, localizadas na bacia do rio I&#231;&#225;. Dentre as principais a&#231;&#245;es, destacam-se reuni&#245;es comunit&#225;rias para amplia&#231;&#227;o e difus&#227;o de informa&#231;&#245;es sobre a Pol&#237;tica Nacional de Gest&#227;o Territorial e Ambiental de Terras Ind&#237;genas (PNGATI), al&#233;m da divulga&#231;&#227;o de oportunidades para integra&#231;&#227;o de projetos de demarca&#231;&#227;o e delimita&#231;&#227;o territorial, entre outras atividades.&amp;nbsp;

No m&#234;s de fevereiro, a equipe da WCS Brasil, representada pela Especialista em Articula&#231;&#227;o com Povos Ind&#237;genas, Ana Luiza Melga&#231;o, participou da reuni&#227;o de planejamento do projeto &amp;quot;Manejo Integrado da Bacia Putumayo-I&#231;&#225;&amp;quot;, apoiado pelo GEF, para definir o in&#237;cio das atividades nas comunidades do rio I&#231;&#225;. Al&#233;m disso, a organiza&#231;&#227;o marcou presen&#231;a na Oficina de Planejamento do Invent&#225;rio Social e Biol&#243;gico no Alto Rio I&#231;&#225;, promovida pelo Museu Field e Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz&#244;nia (Inpa).&amp;nbsp;&amp;nbsp;

Durante o evento, a WCS apresentou a palestra &amp;quot;Oportunidades de cria&#231;&#227;o de &#225;reas protegidas: territ&#243;rios ind&#237;genas&amp;quot;, refor&#231;ando a import&#226;ncia do invent&#225;rio para o reconhecimento territorial ind&#237;gena. A expedi&#231;&#227;o cient&#237;fica, prevista para maio, contar&#225; com a participa&#231;&#227;o de 40 pesquisadores e especialistas, al&#233;m das comunidades ind&#237;genas da regi&#227;o.&amp;nbsp;

Expedi&#231;&#227;o e Mobiliza&#231;&#227;o Comunit&#225;ria&amp;nbsp;



Logo depois, entre os dias 14 e 19 de fevereiro, representantes da WCS Brasil, Museu Field, INPA e Funda&#231;&#227;o Nacional dos Povos Ind&#237;genas (Funai) circularam pela regi&#227;o do alto I&#231;&#225;, mobilizando as comunidades e fazendo um reconhecimento das &#225;reas priorit&#225;rias para estabelecer a base dos acampamentos de pesquisa da expedi&#231;&#227;o cient&#237;fica. Durante a viagem, tamb&#233;m houveram reuni&#245;es com lideran&#231;as comunit&#225;rias para informar sobre a coopera&#231;&#227;o t&#233;cnica entre WCS e Funai, um passo essencial no processo de demarca&#231;&#227;o da terra ind&#237;gena reivindicada.&amp;nbsp;

Di&#225;logo e Coopera&#231;&#227;o para a Prote&#231;&#227;o Territorial&amp;nbsp;

Ainda no m&#234;s de fevereiro, a WCS Brasil esteve em Bras&#237;lia para uma reuni&#227;o organizada pela Diretoria de Prote&#231;&#227;o Territorial (CGID/Funai) e Funda&#231;&#227;o Moore, onde foram discutidas a&#231;&#245;es estrat&#233;gicas para a demarca&#231;&#227;o de terras ind&#237;genas, incluindo a coopera&#231;&#227;o estabelecida entre FUNAI e WCS no Alto Rio I&#231;&#225;. Al&#233;m disso, a organiza&#231;&#227;o realizou encontros com parceiros como RFN e WRI para a elabora&#231;&#227;o de um projeto voltado ao fortalecimento do Corredor de Prote&#231;&#227;o aos Povos em Isolamento Volunt&#225;rio na fronteira Peru-Brasil.&amp;nbsp;

Por fim, a WCS finalizou e divulgou os Termos de Refer&#234;ncia para a contrata&#231;&#227;o de consultores que integrar&#227;o o Grupo de Trabalho de demarca&#231;&#227;o territorial, consolidando esfor&#231;os para garantir os direitos dos povos ind&#237;genas e a prote&#231;&#227;o de seus territ&#243;rios. O prazo para envio das candidaturas encerrou no in&#237;cio de mar&#231;o.&amp;nbsp;
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Fri, 28 Feb 2025 20:24:00 GMT</pubDate> 
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    <title>WCS Brasil apoia a soltura de mais de 3.400 filhotes de quel&#244;nios na Amaz&#244;nia </title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24502/WCS-Brasil-apoia-a-soltura-de-mais-de-3400-filhotes-de-quelonios-na-Amazonia.aspx</link> 
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O ano de 2025 come&#231;ou com vida nova para mais de 3,4 mil quel&#244;nios soltos na natureza atrav&#233;s do trabalho de monitoramento apoiado pela WCS Brasil na regi&#227;o do Baixo Rio Negro. Foram duas a&#231;&#245;es de soltura, no Parque Nacional do Ja&#250;, e na Reserva Extrativista (Resex) Rio Branco Jauaperi, ambas no munic&#237;pio de Novo Air&#227;o (AM). Essas a&#231;&#245;es s&#227;o resultado do trabalho realizado ao longo do &#250;ltimo ano, garantindo que os filhotes nascidos em 2024 tenham uma chance maior de sobreviv&#234;ncia e contribuam para o equil&#237;brio ecol&#243;gico da regi&#227;o.&amp;nbsp;

O trabalho de monitoramento de quel&#244;nios ocorre durante todo o ano, atrav&#233;s da parceria entre WCS Brasil, comunidades locais e o Instituto Chico Mendes de Conserva&#231;&#227;o da Biodiversidade (ICMBio), respons&#225;vel pela gest&#227;o das &#225;reas protegidas.&amp;nbsp;

A primeira soltura aconteceu na base do Parque Nacional do Ja&#250;, unidade de conserva&#231;&#227;o federal com uma das maiores extens&#245;es de floresta tropical &#250;mida do mundo, onde a WCS liberou 1.884 filhotes de tartaruga-da-Amaz&#244;nia (Podocnemis expansa). Essa esp&#233;cie, considerada a maior entre os quel&#244;nios de &#225;gua doce da Am&#233;rica do Sul, desempenha um papel fundamental na manuten&#231;&#227;o dos ecossistemas aqu&#225;ticos amaz&#244;nicos.&amp;nbsp;

J&#225; a segunda soltura ocorreu na Reserva Extrativista (Resex) Rio Branco Jauaperi, onde a WCS participou ativamente da libera&#231;&#227;o de 1.539 filhotes de diferentes esp&#233;cies de quel&#244;nios. Entre os animais soltos estavam tartaruga-da-Amaz&#244;nia (Podocnemis expansa), tracaj&#225; (Podocnemis unifilis), ia&#231;&#225; (Podocnemis sextuberculata), irapuca (Podocnemis erythrocephala) e cabe&#231;udo (Peltocephalus dumerilianus).&amp;nbsp;&amp;nbsp;



As solturas na Resex foram realizadas em quatro comunidades e duas localidades, ampliando as chances de sucesso da reintrodu&#231;&#227;o dos filhotes na natureza.&amp;nbsp;

A prote&#231;&#227;o e conserva&#231;&#227;o dos quel&#244;nios da Amaz&#244;nia s&#227;o essenciais para a biodiversidade da regi&#227;o e fazem parte do compromisso da WCS com a preserva&#231;&#227;o dos ecossistemas naturais. A&#231;&#245;es como essas fortalecem o envolvimento das comunidades locais e garantem um futuro mais promissor para a fauna silvestre da floresta.&amp;nbsp;

O ciclo de monitoramento das esp&#233;cies garante menor risco de preda&#231;&#227;o e tr&#225;fico dos animais para consumo, fatores principais que amea&#231;am a vida dos animais na regi&#227;o.&amp;nbsp;
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Thu, 27 Feb 2025 17:43:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Peixes pequenos e nutritivos: uma alternativa saud&#225;vel e sustent&#225;vel para a regi&#227;o amaz&#244;nica</title> 
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Estudo revela que esp&#233;cies de baixo n&#237;vel tr&#243;fico, em sua maioria pequenas, s&#227;o ricas em nutrientes essenciais, t&#234;m baixo teor de merc&#250;rio e s&#227;o mais acess&#237;veis para os consumidores

Um estudo realizado pela Cornell University e pela Wildlife Conservation Society (WCS), ambas membros da Alian&#231;a &#193;guas Amaz&#244;nicas, revela que as esp&#233;cies de peixes pequenas, abundantes e nutritivas da Amaz&#244;nia podem ser uma solu&#231;&#227;o tanto para a sa&#250;de p&#250;blica quanto para a conserva&#231;&#227;o da biodiversidade. Os resultados destacam como a pesca de esp&#233;cies resilientes pode reduzir os riscos de contamina&#231;&#227;o por merc&#250;rio, ao mesmo tempo que contribui para a seguran&#231;a alimentar e o bem-estar das comunidades locais.

O estudo, que analisa as esp&#233;cies de peixes mais consumidas na Amaz&#244;nia, descobriu que as esp&#233;cies maiores, como os bagres migrat&#243;rios, s&#227;o mais vulner&#225;veis &#224; extin&#231;&#227;o e tendem a acumular n&#237;veis mais altos de merc&#250;rio. Em contrapartida, as esp&#233;cies menores n&#227;o apenas s&#227;o mais resistentes &#224;s amea&#231;as ambientais, mas tamb&#233;m s&#227;o ricas em nutrientes essenciais e apresentam baixo risco de contamina&#231;&#227;o por merc&#250;rio. Esse equil&#237;brio &#250;nico entre benef&#237;cios nutricionais e sustentabilidade torna as esp&#233;cies pequenas uma op&#231;&#227;o valiosa para alinhar os objetivos de conserva&#231;&#227;o e sa&#250;de p&#250;blica na regi&#227;o.



A Amaz&#244;nia, lar do maior e mais diverso ecossistema de &#225;gua doce do mundo, abriga mais de 2.500 esp&#233;cies de peixes, com um consumo superior a 50 kg per capita por ano, tornando a biodiversidade um fator chave para a nutri&#231;&#227;o humana. No entanto, muitas dessas esp&#233;cies est&#227;o amea&#231;adas pela sobreexplora&#231;&#227;o e pela polui&#231;&#227;o. Atrav&#233;s deste estudo, os pesquisadores prop&#245;em uma abordagem que n&#227;o apenas protege as esp&#233;cies mais vulner&#225;veis, mas tamb&#233;m promove um consumo respons&#225;vel que beneficia tanto as pessoas quanto os ecossistemas aqu&#225;ticos.

O estudo ressalta que o consumo de peixes pequenos e acess&#237;veis pode reduzir a press&#227;o sobre as popula&#231;&#245;es de peixes grandes e migrat&#243;rios, que s&#227;o mais caros e menos nutritivos. Ao optar por esp&#233;cies resilientes e com baixo teor de merc&#250;rio, promove-se uma pesca mais sustent&#225;vel, melhora-se a seguran&#231;a alimentar nas comunidades amaz&#244;nicas, onde o consumo de pescado ultrapassa os 50 kg per capita anualmente, e reduz-se a sobreexplora&#231;&#227;o de esp&#233;cies vulner&#225;veis, como os bagres migrat&#243;rios, favorecendo a conserva&#231;&#227;o da biodiversidade amaz&#244;nica.

Este estudo contou com o apoio da Conservation, Food &amp;amp; Health Foundation, da Gordon &amp;amp; Betty Moore Foundation e da WCS.

Sobre a Alian&#231;a &#193;guas Amaz&#244;nicas:
A Alian&#231;a &#193;guas Amaz&#244;nicas re&#250;ne 29 organiza&#231;&#245;es da Bol&#237;via, Brasil, Col&#244;mbia, Equador, Estados Unidos, Fran&#231;a e Peru. Seu objetivo &#233; manter a integridade e conectividade dos ecossistemas aqu&#225;ticos da Bacia Amaz&#244;nica e os servi&#231;os que eles fornecem para a regi&#227;o e para o mundo.

Para mais informa&#231;&#245;es, entre em contato com:
Katy Puga, kpugacadena@wcs.org


&amp;nbsp;
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Wed, 26 Feb 2025 17:08:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Expectativa marca reconhecimento oficial do Mosaico do Baixo Rio Madeira no III Workshop Nacional de Mosaicos de &#193;reas Protegidas</title> 
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    <description>

Evento conta com participa&#231;&#227;o de cerca de 600 pessoas, presenciais e remotamente.

Bras&#237;lia, 19 de fevereiro de 2025 &amp;mdash; O III Workshop Nacional de Mosaicos de &#193;reas Protegidas, que acontece desde o &#250;ltimo dia 18, no audit&#243;rio do Instituto Chico Mendes de Conserva&#231;&#227;o da Biodiversidade (ICMBio), em Bras&#237;lia, poder&#225; chegar ao seu momento mais aguardado amanh&#227;, 20 de fevereiro, com o reconhecimento oficial do Mosaico do Baixo Rio Madeira, que dever&#225; ser formalizado pela ministra do Meio Ambiente e Mudan&#231;a do Clima, Marina Silva, durante o evento.

Mesmo antes da oficializa&#231;&#227;o, o Mosaico do Baixo Rio Madeira j&#225; vem se consolidando como um marco para a conserva&#231;&#227;o da Amaz&#244;nia. A trajet&#243;ria desse reconhecimento inclui um processo colaborativo iniciado h&#225; dois anos, liderado pela Secretaria de Meio Ambiente do Amazonas (SEMA), o Instituto Chico Mendes de Conserva&#231;&#227;o da Biodiversidade (ICMBio) e a Funda&#231;&#227;o Nacional dos Povos Ind&#237;genas (FUNAI), com apoio da WCS Brasil. Ap&#243;s oficinas participativas, envolvendo diferentes setores da sociedade, e a elabora&#231;&#227;o da documenta&#231;&#227;o exigida pelo governo federal, o mosaico est&#225; prestes a se tornar oficialmente parte da Rede Nacional de Mosaicos de &#193;reas Protegidas (REMAP).

&amp;ldquo;O reconhecimento do Mosaico do Baixo Rio Madeira simboliza n&#227;o s&#243; a prote&#231;&#227;o da biodiversidade, mas tamb&#233;m a valoriza&#231;&#227;o das comunidades que vivem e preservam essa regi&#227;o. &#201; a concretiza&#231;&#227;o de um esfor&#231;o coletivo em prol da Amaz&#244;nia&amp;rdquo;, destacou M&#225;rcia Lederman, gerente de conserva&#231;&#227;o da WCS Brasil.



Angleice Batista Dias, moradora da Reserva de Desenvolvimento Sustent&#225;vel Igap&#243;-A&#231;u, localizada na &#225;rea de influ&#234;ncia da BR-319, enfatizou que a uni&#227;o de territ&#243;rios cont&#237;guos fortalece o enfrentamento de problemas e desafios comuns. &amp;ldquo;Quanto mais gente gritando, quanto mais gente falando, mais direitos a gente consegue&amp;rdquo;, garantiu.

O Mosaico do Baixo Rio Madeira, com 2,4 milh&#245;es de hectares, integra cinco unidades de conserva&#231;&#227;o estaduais, uma federal e duas Terras Ind&#237;genas, localizadas nos munic&#237;pios de Manicor&#233;, Beruri, Novo Aripuan&#227; e Borba, no Amazonas. Essas &#225;reas, que enfrentam desafios e oportunidades comuns, ganham agora um instrumento oficial para fortalecer a gest&#227;o integrada, garantindo o uso sustent&#225;vel dos recursos naturais, o bem viver das popula&#231;&#245;es locais e a manuten&#231;&#227;o dos servi&#231;os ecossist&#234;micos essenciais.



Para Marcos Pinheiro, um dos coordenadores da Rede Nacional de Mosaicos de &#193;reas Protegidas (REMAP), o reconhecimento do Mosaico do Baixo Rio Madeira refor&#231;a a import&#226;ncia do di&#225;logo cont&#237;nuo e da coopera&#231;&#227;o interinstitucional. &amp;ldquo;Esse &#233; um passo significativo para a prote&#231;&#227;o dos territ&#243;rios e das comunidades que vivem neles, e um exemplo inspirador para outros mosaicos no Brasil&amp;rdquo;, afirmou.

&amp;ldquo;A gente vem enfrentando alguns desafios, como mudan&#231;as clim&#225;ticas, secas, invas&#245;es, pesca ilegal e outros. Esse mosaico nos traz &#226;nimo e esperan&#231;a&amp;rdquo;, garantiu Adr&#237;zio Salgueiro, jovem morador da Reserva Extrativista do Lago do Capan&#227; Grande.

O III Workshop Nacional de Mosaicos de &#193;reas Protegidas tem mobilizado cerca de 600 participantes, presentes e virtuais, entre autoridades, lideran&#231;as ind&#237;genas, quilombolas, gestores de unidades de conserva&#231;&#227;o, organiza&#231;&#245;es n&#227;o governamentais e representantes da academia e da sociedade civil. A programa&#231;&#227;o inclui pain&#233;is tem&#225;ticos, mesas de debate e rodas de conversa, com foco na compatibiliza&#231;&#227;o entre biodiversidade, sociodiversidade e desenvolvimento sustent&#225;vel.

O evento ser&#225; encerrado com a apresenta&#231;&#227;o de um documento coletivo, consolidando as propostas discutidas durante o encontro e apontando caminhos para o fortalecimento das pol&#237;ticas p&#250;blicas voltadas &#224;s &#225;reas protegidas. A expectativa &#233; que a oficializa&#231;&#227;o do Mosaico do Baixo Rio Madeira impulsione novos avan&#231;os na conserva&#231;&#227;o ambiental, reafirmando o papel fundamental do planejamento coletivo na conserva&#231;&#227;o da sociobiodiversidade.



Sobre a REMAP:

A Rede Nacional de Mosaicos de &#193;reas Protegidas (REMAP) promove a integra&#231;&#227;o entre mosaicos de todo o pa&#237;s, visando a constru&#231;&#227;o de estrat&#233;gias conjuntas para a conserva&#231;&#227;o da biodiversidade, o respeito &#224;s diversidades socioculturais e o desenvolvimento sustent&#225;vel. O III Encontro Nacional &#233; realizado em parceria com o Imazon, IEP&#201;, Funatura, ISPN, Instituto Biotr&#243;picos, Instituto Rosa e Sert&#227;o, WCS Brasil, ICMBio e o Minist&#233;rio do Meio Ambiente e Mudan&#231;a do Clima.


Foto dos participantes: Maria Rocha/ICMBio
Foto paisagem ao entardecer: Marcos Amend/WCS Brasil
Foto da mesa: Mariana Oliveira/ICMBio
Foto a&#233;rea do rio Igap&#243; A&#231;u: Michel Dantas/WCS Brasil
&amp;nbsp;
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Wed, 19 Feb 2025 20:51:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Rede de Mosaicos de &#193;reas Protegidas  Abre Encontro Nacional com Casa Cheia</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24161/Rede-de-Mosaicos-de-Areas-Protegidas-Abre-Encontro-Nacional-com-Casa-Cheia.aspx</link> 
    <description>

Evento de tr&#234;s dias re&#250;ne representantes de mosaicos das cinco regi&#245;es do Brasil.

Bras&#237;lia, 18 de fevereiro de 2025. A busca por equilibrar biodiversidade, sociodiversidade e desenvolvimento sustent&#225;vel &#233; um dos grandes desafios dos mosaicos de &#225;reas protegidas no Brasil. Para promover o alinhamento e o fortalecimento dessas estrat&#233;gias, a Rede Nacional de Mosaicos de &#193;reas Protegidas (REMAP) realiza, de 18 a 20 de fevereiro, o III Workshop Nacional Mosaicos de &#193;reas Protegidas. O evento acontece no audit&#243;rio do Instituto Chico Mendes de Conserva&#231;&#227;o da Biodiversidade (ICMBio), em Bras&#237;lia, reunindo autoridades, representantes de munic&#237;pios e de &#225;reas protegidas que comp&#245;em os mosaicos, sociedade civil, lideran&#231;as ind&#237;genas, quilombolas e comunit&#225;rias e organiza&#231;&#245;es n&#227;o governamentais. Com o audit&#243;rio lotado por 175 participantes presenciais e mais de 400 inscritos acompanhando virtualmente, o encontro mobiliza cerca de 600 pessoas em torno do tema.

A programa&#231;&#227;o inclui pain&#233;is tem&#225;ticos e mesas de debate que abordam temas cruciais, como a compatibiliza&#231;&#227;o entre biodiversidade, sociodiversidade e desenvolvimento sustent&#225;vel, al&#233;m de estrat&#233;gias para o alinhamento e fortalecimento das pol&#237;ticas p&#250;blicas voltadas &#224;s &#225;reas protegidas. O evento teve in&#237;cio com a solenidade de abertura, com um canto Tenetehara, com participa&#231;&#227;o de ind&#237;genas Guajajara, Awa-Guaj&#225;, Temb&#233; e Ka&#225;por, do Maranh&#227;o&amp;nbsp; Par&#225;, seguido por falas de representantes do ICMBio, Minist&#233;rio do Meio Ambiente e REMAP, destacando a import&#226;ncia da coopera&#231;&#227;o interinstitucional.



Entre os destaques do workshop, est&#227;o as apresenta&#231;&#245;es sobre experi&#234;ncias bem-sucedidas de gest&#227;o de mosaicos, com relatos de diferentes regi&#245;es do pa&#237;s e por discuss&#245;es colaborativas para a constru&#231;&#227;o de diretrizes nacionais. Tamb&#233;m est&#227;o previstas rodas de conversa entre gestores, pesquisadores e comunidades tradicionais, visando troca de conhecimentos e fortalecimento da governan&#231;a participativa.

No &#250;ltimo dia, o encontro ser&#225; dedicado &#224; consolida&#231;&#227;o das propostas debatidas, com a elabora&#231;&#227;o de um documento coletivo que servir&#225; como refer&#234;ncia para a atua&#231;&#227;o integrada dos mosaicos de &#225;reas protegidas no Brasil. A expectativa &#233; que o evento resulte em avan&#231;os concretos para a conserva&#231;&#227;o ambiental, o respeito &#224;s diversidades socioculturais e o desenvolvimento sustent&#225;vel.

Marcos Pinheiro, um dos coordenadores da REMAP, reafirmou a import&#226;ncia do di&#225;logo cont&#237;nuo e da a&#231;&#227;o conjunta para a prote&#231;&#227;o dos territ&#243;rios e das comunidades que vivem e preservam essas &#225;reas.



Atualmente, o Brasil conta com 26 mosaicos de &#225;reas protegidas: MOS Lago de Tucuru&#237;; MOS Serras da Capivara e Confus&#227;o; MOS Lagamar; MOS Bocaina; MOS Mata Atl&#226;ntica Central Fluminense; MOS Serra da Mantiqueira; Jureia-Itatins; MOS da Serra de S&#227;o Jos&#233;; MOS Jacupiranga; MOS das Ilhas e &#193;reas MArinhas do Litoral Paulista; MOS Sert&#227;o Veredas Perea&#231;u; Mos Apu&#237;;MOS do Manguezal da Ba&#237;a de Vit&#243;ria; MOS da Serra do Espinha&#231;o-Jequitinhona Cabral; MOS Mico-Le&#227;o-Dourado; MOS Baixo Rio Negro; MOS da Foz do Rio Doce; MOS Extremo Sul da Bahia; MOS Carioca; MOS da Amaz&#244;nia Meridional; MOS do Paranapiacaba; MOS da Amaz&#244;nia Oriental; MOS do Jalap&#227;o; MOS da Serra do Espinha&#231;o - Serra do Cip&#243;; MOS do Serrado Paulista; MOS da Serra do Espinha&#231;o - Quadril&#225;tero Ferr&#237;fero.

O evento, promovido pela REMAP, conta com as parcerias de: Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz&#244;nia (Imazon); Instituto de Pesquisa e Forma&#231;&#227;o Ind&#237;gena (IEP&#201;); Funda&#231;&#227;o Pr&#243;-Natureza (Funatura); Instituto Sociedade, Popula&#231;&#227;o e Natureza (ISPN); Instituto Biotr&#243;picos; WCS Brasil; Instituto Rosa e Sert&#227;o; ICMBio e Minist&#233;rio do Meio Ambiente e Mudan&#231;as do Clima.
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Tue, 18 Feb 2025 17:54:00 GMT</pubDate> 
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    <comments>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24504/Relatorio-do-Workshop-Internacional-sobre-Trafico-de-Psitacideos-destaca-desafios-e-avancos-na-luta-contra-o-comercio-ilegal-de-aves-silvestres.aspx#Comments</comments> 
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    <title>Relat&#243;rio do Workshop Internacional sobre Tr&#225;fico de Psitac&#237;deos destaca desafios e avan&#231;os na luta contra o com&#233;rcio ilegal de aves silvestres </title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24504/Relatorio-do-Workshop-Internacional-sobre-Trafico-de-Psitacideos-destaca-desafios-e-avancos-na-luta-contra-o-comercio-ilegal-de-aves-silvestres.aspx</link> 
    <description>

Iniciando os trabalhos de 2025, a WCS divulgou o relat&#243;rio &amp;quot;Mem&#243;rias do evento - Workshop Internacional sobre Tr&#225;fico de Psitac&#237;deos&amp;quot;, reunindo as principais discuss&#245;es, descobertas e conclus&#245;es do evento realizado em dezembro de 2024, em Foz do Igua&#231;u, e que reuniu 30 especialistas de diversas &#225;reas &amp;ndash; academia, for&#231;as de seguran&#231;a, &#243;rg&#227;os ambientais e sociedade civil &amp;ndash; para fortalecer redes de colabora&#231;&#227;o e aprofundar a compreens&#227;o sobre a cadeia de suprimentos do tr&#225;fico de psitac&#237;deos (araras, papagaios e periquitos) na Am&#233;rica do Sul, com foco no Brasil.&amp;nbsp;

Organizado com o apoio do Minist&#233;rio Federal do Meio Ambiente da Alemanha e da Se&#231;&#227;o de Assuntos Antinarc&#243;ticos dos Estados Unidos, o workshop contou com a participa&#231;&#227;o de representantes do Brasil, Argentina, Bol&#237;via, Paraguai e Suriname. O evento teve como objetivo aprofundar a compreens&#227;o sobre a cadeia de tr&#225;fico de psitac&#237;deos, identificar pontos cr&#237;ticos de interven&#231;&#227;o e fortalecer a coopera&#231;&#227;o internacional para enfrentar essa amea&#231;a &#224; biodiversidade.&amp;nbsp;

Entre os participantes brasileiros estavam servidores do ICMBio, IBAMA, Pol&#237;cia Federal, Receita Federal, Parque das Aves, Itaipu Binacional e Instituto Arara Azul.&amp;nbsp;

Os participantes analisaram os diferentes atores envolvidos e suas motiva&#231;&#245;es, identificando pontos cr&#237;ticos de interven&#231;&#227;o. As autoridades presentes destacaram que o tr&#225;fico de psitac&#237;deos na regi&#227;o se concentra principalmente na coleta e transporte de ovos e indiv&#237;duos adultos, envolvendo diversas nacionalidades.&amp;nbsp;

Principais destaques do evento&amp;nbsp;

O relat&#243;rio revela dados alarmantes sobre o tr&#225;fico de psitac&#237;deos na Am&#233;rica do Sul e suas consequ&#234;ncias para o meio ambiente. Entre os principais pontos abordados est&#227;o:&amp;nbsp;


 
 Brasil: A falta de sistematiza&#231;&#227;o de dados e a dificuldade de vigil&#226;ncia em suas vastas fronteiras foram destacadas como desafios cr&#237;ticos. Casos de apreens&#245;es de aves brasileiras em Hong Kong, Panam&#225; e Taiwan revelaram a complexidade das rotas internacionais do tr&#225;fico.&amp;nbsp;
 



 
 Argentina: As autoridades apresentaram casos de opera&#231;&#245;es bem-sucedidas contra o com&#233;rcio ilegal de psitac&#237;deos, ressaltando a necessidade de fortalecer a coopera&#231;&#227;o transnacional e integrar esfor&#231;os de intelig&#234;ncia.&amp;nbsp;
 



 
 Bol&#237;via: O tr&#225;fico da arara-barba-azul e da arara-de-testa-vermelha, ambas esp&#233;cies em perigo cr&#237;tico, foi um dos focos da discuss&#227;o. A falta de redes de comunica&#231;&#227;o para alertas imediatos e o desafio da corrup&#231;&#227;o foram apontados como obst&#225;culos para o combate eficaz ao problema.&amp;nbsp;
 



 
 Paraguai: Identificaram-se rotas estrat&#233;gicas do tr&#225;fico, incluindo o Rio Paraguai e a Ponte da Amizade. Casos recentes, como a apreens&#227;o de ovos de psitac&#237;deos em aeroportos, demonstraram a necessidade de maior controle nas fronteiras e refor&#231;o da fiscaliza&#231;&#227;o.&amp;nbsp;
 



 
 Suriname: O relat&#243;rio destacou a rela&#231;&#227;o do tr&#225;fico de aves com a corrup&#231;&#227;o em postos de fronteira e a participa&#231;&#227;o de comunidades ind&#237;genas na cadeia de com&#233;rcio ilegal.&amp;nbsp;
 


Metodologias e estrat&#233;gias discutidas&amp;nbsp;

O workshop apresentou abordagens inovadoras para o combate ao tr&#225;fico de psitac&#237;deos, incluindo a introdu&#231;&#227;o da Ci&#234;ncia do Crime e do modelo S.A.R.A. (Scanner, An&#225;lise, Resposta e Avalia&#231;&#227;o). Foram aplicados m&#233;todos como:&amp;nbsp;


 
 Tri&#226;ngulo de An&#225;lise de Problemas: ferramenta usada para identificar fatores-chave no crime e pontos vulner&#225;veis na cadeia do tr&#225;fico.&amp;nbsp;
 



 
 Desenvolvimento de roteiros criminais: t&#233;cnica para entender o modus operandi dos traficantes e identificar oportunidades para interven&#231;&#227;o.&amp;nbsp;
 



 
 An&#225;lise das partes interessadas: avalia&#231;&#227;o dos diferentes atores envolvidos na din&#226;mica do tr&#225;fico e como mobiliz&#225;-los para a&#231;&#245;es preventivas e repressivas.&amp;nbsp;
 


Conclus&#245;es e recomenda&#231;&#245;es do relat&#243;rio&amp;nbsp;

Com base nas discuss&#245;es do workshop, o relat&#243;rio apresenta recomenda&#231;&#245;es para fortalecer o combate ao tr&#225;fico de psitac&#237;deos:&amp;nbsp;


 
 Aprimoramento da coopera&#231;&#227;o internacional: a troca de informa&#231;&#245;es entre pa&#237;ses &#233; essencial para o rastreamento das rotas e a identifica&#231;&#227;o de traficantes.&amp;nbsp;
 



 
 Fortalecimento da coleta e an&#225;lise de dados: &#233; fundamental sistematizar informa&#231;&#245;es sobre as atividades ilegais para direcionar investiga&#231;&#245;es e a&#231;&#245;es preventivas.&amp;nbsp;
 



 
 Refor&#231;o das penalidades e capacita&#231;&#227;o de autoridades: san&#231;&#245;es mais severas e treinamento especializado para for&#231;as de seguran&#231;a e promotores podem aumentar a efic&#225;cia das opera&#231;&#245;es contra o tr&#225;fico.&amp;nbsp;
 



 
 Campanhas de conscientiza&#231;&#227;o e educa&#231;&#227;o ambiental: reduzir a demanda por animais silvestres como pets &#233; um passo crucial para diminuir o tr&#225;fico de psitac&#237;deos.&amp;nbsp;
 


Compromisso com a continuidade das a&#231;&#245;es&amp;nbsp;

O relat&#243;rio refor&#231;a o compromisso dos participantes em continuar fortalecendo as estrat&#233;gias conjuntas para o combate ao tr&#225;fico de psitac&#237;deos na Am&#233;rica do Sul. O evento foi um marco na constru&#231;&#227;o de redes de colabora&#231;&#227;o que poder&#227;o trazer avan&#231;os concretos na prote&#231;&#227;o dessas esp&#233;cies amea&#231;adas.&amp;nbsp;

Import&#226;ncia da conserva&#231;&#227;o das esp&#233;cies&amp;nbsp;

​​O trabalho de conserva&#231;&#227;o de psitac&#237;deos na Am&#233;rica do Sul &#233; fundamental para a preserva&#231;&#227;o da biodiversidade e o equil&#237;brio dos ecossistemas. Araras, papagaios e periquitos desempenham um papel essencial na dispers&#227;o de sementes, contribuindo para a regenera&#231;&#227;o das florestas. No entanto, essas aves est&#227;o amea&#231;adas, principalmente, por atividades de tr&#225;fico, que reduzem suas popula&#231;&#245;es e podem levar esp&#233;cies &#224; extin&#231;&#227;o. Projetos de conserva&#231;&#227;o, fiscaliza&#231;&#227;o rigorosa, conscientiza&#231;&#227;o da popula&#231;&#227;o e workshops para troca de conhecimentos s&#227;o indispens&#225;veis para combater esse com&#233;rcio e garantir a sobreviv&#234;ncia dessas aves.&amp;nbsp;
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Sat, 15 Feb 2025 19:39:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Primeira reuni&#227;o do Mosaico do Baixo Rio Madeira refor&#231;a  gest&#227;o integrada e mobiliza&#231;&#227;o para reconhecimento oficial</title> 
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Encontro re&#250;ne autoridades, lideran&#231;as e organiza&#231;&#245;es para fortalecer a gest&#227;o e avan&#231;ar no reconhecimento do Mosaico do Baixo Rio Madeira como territ&#243;rio de conserva&#231;&#227;o integrado.

Manaus, 13 de fevereiro de 2025.&amp;nbsp;Mesmo antes do reconhecimento oficial, o Mosaico do Baixo Rio Madeira d&#225; um passo fundamental para sua consolida&#231;&#227;o. Hoje e amanh&#227;, 13 e 14 de fevereiro, ser&#225; realizada a primeira reuni&#227;o estrat&#233;gica com representantes de munic&#237;pios e &#225;reas protegidas que comp&#245;em o mosaico, al&#233;m de membros do governo, sociedade civil, lideran&#231;as ind&#237;genas e comunit&#225;rias e organiza&#231;&#245;es n&#227;o governamentais que atuam na regi&#227;o. O evento acontece no Hotel Vieiralves Express, em Manaus, a partir das 9 horas.

O encontro tem como objetivo principal fortalecer a gest&#227;o integrada de cinco unidades de conserva&#231;&#227;o estaduais, uma federal e duas Terras Ind&#237;genas, e impulsionar o processo de reconhecimento do Mosaico, atualmente em tramita&#231;&#227;o no Minist&#233;rio do Meio Ambiente (MMA). Durante a reuni&#227;o, ser&#225; apresentado o andamento do pedido de oficializa&#231;&#227;o e atualizado um Plano de A&#231;&#227;o para 2025, promovendo o alinhamento entre as institui&#231;&#245;es envolvidas. Al&#233;m disso, a ocasi&#227;o proporcionar&#225; a troca de experi&#234;ncias e a constru&#231;&#227;o de estrat&#233;gias conjuntas para a conserva&#231;&#227;o ambiental e o uso sustent&#225;vel dos recursos naturais das &#225;reas protegidas que comp&#245;em o Mosaico: Reservas de Desenvolvimento Sustent&#225;vel do Rio Madeira; do Rio Amap&#225;; do Matupiri e Igap&#243;-A&#231;u; Parque Estadual do Matupiri; Reserva Extrativista do Lago do Capan&#227; Grande e Terras Ind&#237;genas Cunh&#227;-Sapucaia e Arary, situadas nos munic&#237;pios de Manicor&#233;, Beruri, Novo Aripuan&#227; e Borba, no estado do Amazonas.



&amp;ldquo;A realiza&#231;&#227;o dessa reuni&#227;o representa um marco ap&#243;s dois anos de mobiliza&#231;&#227;o liderados pela WCS Brasil, em parceria com SEMA do Amazonas, ICMBio e FUNAI. Nesse per&#237;odo, promovemos oficinas participativas com diferentes setores da sociedade e preparamos a documenta&#231;&#227;o necess&#225;ria para o encaminhamento ao MMA, conforme as diretrizes da Portaria de cria&#231;&#227;o de mosaicos (Portaria n&amp;ordm; 482, de 14.10.2010)&amp;rdquo;, destacou M&#225;rcia Lederman, gerente de conserva&#231;&#227;o da WCS Brasil.

O Mosaico do Baixo Rio Madeira re&#250;ne &#225;reas protegidas que compartilham desafios e oportunidades no desenvolvimento sustent&#225;vel e na conserva&#231;&#227;o da biodiversidade. A iniciativa busca estabelecer uma governan&#231;a colaborativa e eficaz, assegurando a manuten&#231;&#227;o dos servi&#231;os ecossist&#234;micos essenciais tanto para a fauna e flora quanto para as comunidades locais.

Com a participa&#231;&#227;o de comunit&#225;rios vindos de diferentes regi&#245;es do baixo rio Madeira, essa primeira reuni&#227;o simboliza um avan&#231;o significativo no processo de integra&#231;&#227;o e articula&#231;&#227;o das &#225;reas protegidas. A expectativa &#233; que o evento fortale&#231;a os esfor&#231;os j&#225; empreendidos e contribua para a conquista do reconhecimento oficial do Mosaico, reafirmando a import&#226;ncia do planejamento coletivo na conserva&#231;&#227;o da Amaz&#244;nia.



Fotos: Marcos Amend/WCS
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Thu, 13 Feb 2025 10:39:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Carta de Bras&#237;lia: Documento Refor&#231;a Demandas e Propostas para Governan&#231;a Pesqueira na Amaz&#244;nia</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24140/Carta-de-Brasilia-Documento-Reforca-Demandas-e-Propostas-para-Governanca-Pesqueira-na-Amazonia.aspx</link> 
    <description>

O evento Di&#225;logo de Saberes: Pr&#225;ticas para o Avan&#231;o do Manejo Participativo de Pesca na Amaz&#244;nia Brasileira, realizado em Bras&#237;lia, de 3 a 6 de fevereiro, reuniu pescadores, t&#233;cnicos, organiza&#231;&#245;es socioambientais e representantes governamentais em dias intensos de discuss&#245;es e constru&#231;&#227;o de propostas. Entre os principais resultados do encontro est&#225;&amp;nbsp; a elabora&#231;&#227;o da Carta de Bras&#237;lia, um documento colaborativo que sintetiza desafios, reivindica&#231;&#245;es e encaminhamentos para aprimorar a governan&#231;a e gest&#227;o pesqueira na regi&#227;o amaz&#244;nica.

O Di&#225;logo de Saberes &#233; uma iniciativa&amp;nbsp;co-realizada pela Alian&#231;a &#193;guas Amaz&#244;nicas, WCS e Ecopor&#233;, e que reuniu pescadores, t&#233;cnicos, pesquisadores, gestores e autoridades ambientais para discutir caminhos para a governan&#231;a pesqueira na regi&#227;o amaz&#244;nica.

De acordo com Guillermo Estupi&#241;&#225;n, especialista em paisagens e recursos aqu&#225;ticos da WCS Brasil, a Carta de Bras&#237;lia, acordada e assinada por todos os participantes do evento, reflete as necessidades urgentes das comunidades pesqueiras e prop&#245;e solu&#231;&#245;es concretas para entraves hist&#243;ricos da atividade.&amp;nbsp;

Para garantir que as demandas cheguem &#224;s inst&#226;ncias de decis&#227;o, uma comitiva composta por t&#233;cnicos, membros da WCS; da organiza&#231;&#227;o n&#227;o governamental Ecopor&#233; e representantes de comunidades pesqueiras apresentou o documento a diferentes &#243;rg&#227;os p&#250;blicos.



Na &#250;ltima quinta-feira (7/2), a Carta de Bras&#237;lia foi entregue ao Minist&#233;rio da Pesca e Aquicultura (MPA), atrav&#233;s do ministro Andr&#233; de Paula, e pelo secret&#225;rio-executivo, &#201;dipo Ara&#250;jo. No Minist&#233;rio do Meio Ambiente e Mudan&#231;as Clim&#225;ticas (MMA), o documento foi recebido pela secret&#225;ria nacional de Bioeconomia, Carina Pimenta, e por t&#233;cnicos do Departamento de Gest&#227;o Compartilhada de Recursos Pesqueiros e do Departamento de Bioeconomia do minist&#233;rio.

O comit&#234; realizou, ainda, a entrega da carta no gabinete do senador Beto Faro (PT-PA).

Principais Temas da Carta de Bras&#237;lia

1. Pol&#237;ticas P&#250;blicas
O documento destaca a import&#226;ncia do reconhecimento e valoriza&#231;&#227;o da pesca artesanal. Os participantes apresentaram os desafios, como burocracia excessiva e falta de adequa&#231;&#227;o das pol&#237;ticas &#224; realidade amaz&#244;nica. Entre as propostas est&#225; a cria&#231;&#227;o de uma Pol&#237;tica Nacional de Pagamento por Servi&#231;os Ambientais (PSA) para a pesca, amplia&#231;&#227;o do Programa de Garantia de Pre&#231;os M&#237;nimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio), para inclus&#227;o de esp&#233;cies como o tambaqui. Tamb&#233;m prop&#245;e-se que o Registro Geral de Pesca (RGP) possa garantir o acesso a outras pol&#237;ticas e benef&#237;cios garantidos pelo Cadastro de Agricultor Familiar (CAF).

2. Registro Geral de Pesca (RGP)
O RGP foi reconhecido como essencial para garantir o acesso a direitos e pol&#237;ticas p&#250;blicas, mas, conforme consta na Carta de Bras&#237;lia, o registro enfrenta desafios s&#233;rios, como demora na emiss&#227;o, falta de legisla&#231;&#227;o espec&#237;fica para embarca&#231;&#245;es continentais e exclus&#227;o de ind&#237;genas manejadores. As solu&#231;&#245;es propostas incluem a descentraliza&#231;&#227;o da an&#225;lise dos cadastros, fixa&#231;&#227;o de prazos de resposta e regulamenta&#231;&#227;o de embarca&#231;&#245;es de &#225;guas continentais.

3. Monitoramento, Pesquisa e Fiscaliza&#231;&#227;o
De acordo com a Carta de Bras&#237;lia, a falta de fiscaliza&#231;&#227;o eficaz e amea&#231;as como narcotr&#225;fico, garimpo ilegal e grandes empreendimentos p&#245;em em risco a atividade pesqueira e o meio ambiente. A Carta prop&#245;e a reestrutura&#231;&#227;o da fiscaliza&#231;&#227;o, respeito aos Protocolos de Consulta &#224;s comunidades, padroniza&#231;&#227;o da coleta de dados e maior apoio &#224; vigil&#226;ncia comunit&#225;ria por parte do Estado. Tamb&#233;m foi destacada a necessidade de descentraliza&#231;&#227;o dos Comit&#234;s Permanentes de Gest&#227;o (CPGs).

4. Mudan&#231;as Clim&#225;ticas
Os impactos severos das mudan&#231;as clim&#225;ticas nas comunidades pesqueiras foram amplamente discutidos, especialmente os eventos extremos de seca, que prejudicam a captura e elevam os custos de produ&#231;&#227;o. As propostas incluem inserir a pesca no Plano Clima, antecipar autoriza&#231;&#245;es para o manejo do pirarucu, conceder aux&#237;lio emergencial em per&#237;odos de seca e monitorar &#225;reas vulner&#225;veis.



Compromisso Governamental

Durante o evento, representantes governamentais reconheceram a necessidade de acelerar a ado&#231;&#227;o de medidas emergenciais e fortalecer a governan&#231;a pesqueira na Amaz&#244;nia. Foram anunciados esfor&#231;os para integrar pol&#237;ticas entre diferentes minist&#233;rios, realizar pesquisas para reavalia&#231;&#227;o do defeso e desenvolver medidas para incluir a pesca no Plano Clima.

A Carta de Bras&#237;lia segue como um documento-chave para orientar decis&#245;es e pol&#237;ticas p&#250;blicas voltadas ao setor pesqueiro amaz&#244;nico, refor&#231;ando o compromisso das comunidades, t&#233;cnicos e institui&#231;&#245;es na constru&#231;&#227;o de um manejo participativo mais justo e eficiente.

Confira aqui a Carta de Bras&#237;lia na &#237;ntegra.
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Mon, 10 Feb 2025 19:50:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Evento ‘Di&#225;logos de Saberes’ debate avan&#231;os no manejo participativo de pesca na Amaz&#244;nia Brasileira</title> 
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    <description>

Bras&#237;lia, 7 de fevereiro de 2025 &amp;ndash; Entre os dias 3 e 6 de fevereiro, Bras&#237;lia foi palco do evento &amp;lsquo;Di&#225;logos de Saberes: Pr&#225;ticas para o Avan&#231;o do Manejo Participativo de Pesca na Amaz&#244;nia Brasileira&amp;rsquo;. A iniciativa, co-realizada pela Alian&#231;a &#193;guas Amaz&#244;nicas, WCS e Ecopor&#233;, reuniu pescadores, t&#233;cnicos, pesquisadores, gestores e autoridades ambientais para discutir caminhos para a governan&#231;a pesqueira na regi&#227;o amaz&#244;nica.

Com o objetivo de fortalecer pr&#225;ticas de manejo participativo da pesca, o evento possibilitou o encontro de iniciativas para a identifica&#231;&#227;o de desafios e oportunidades para a gest&#227;o e monitoramento dos recursos pesqueiros e a promo&#231;&#227;o do interc&#226;mbio entre pescadores e autoridades. Al&#233;m disso, foram debatidas a&#231;&#245;es estrat&#233;gicas para aprimorar a governan&#231;a pesqueira em escala regional.



A programa&#231;&#227;o contou com mesas-redondas e paineis compostos por representantes do setor pesqueiro, sociedade civil organizada e autoridades governamentais. Durante as discuss&#245;es, foram compartilhadas experi&#234;ncias sobre boas pr&#225;ticas e identificadas solu&#231;&#245;es para os desafios enfrentados na gest&#227;o sustent&#225;vel dos recursos pesqueiros na Amaz&#244;nia.

Ao todo, reuniram-se 50 participantes representantes de associa&#231;&#245;es e coletivos ligados &#224; pesca, como o Conselho Pastoral de Pescadores e Pescadoras (CPP) e Coletivo do Pirarucu e dos Minist&#233;rios da Pesca e Aquicultura (MPA) e Meio Ambiente (MMA) do Brasil e pesquisadores de Universidades Federais .&amp;nbsp;



Como um dos principais desdobramentos do evento, foi redigida a Carta de Bras&#237;lia que re&#250;ne propostas, desafios e reivindica&#231;&#245;es concretas dos pescadores para a melhoria da governan&#231;a pesqueira. O documento foi apresentado ao MPA e MMA, al&#233;m de parlamentares.

&amp;ldquo;Essa s&#233;rie de encontros &amp;lsquo;Di&#225;logos de Saberes&amp;rsquo; segue com a miss&#227;o de fomentar espa&#231;os de troca de conhecimento e coopera&#231;&#227;o entre diferentes atores do setor pesqueiro. Com essa iniciativa, a gente espera impulsionar a formula&#231;&#227;o de pol&#237;ticas p&#250;blicas mais eficientes para a conserva&#231;&#227;o dos ecossistemas e recursos aqu&#225;ticos e o fortalecimento das comunidades pesqueiras da Amaz&#244;nia&amp;rdquo;, ressaltou Guillermo Estupi&#241;&#225;n, Especialista em Paisagens e Recursos Aqu&#225;ticos da WCS Brasil.

Fotos: Sofia Lazarte/WCS
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Fri, 07 Feb 2025 20:53:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Comunidades do Rio Manicor&#233; d&#227;o in&#237;cio &#224; constru&#231;&#227;o de  acordo de pesca para a regi&#227;o</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24503/Comunidades-do-Rio-Manicore-dao-inicio-a-construcao-de-acordo-de-pesca-para-a-regiao.aspx</link> 
    <description>

Nos dias 20 e 21 de janeiro de 2025, representantes de 15 comunidades do Rio Manicor&#233;, no Amazonas, estiveram reunidos em assembleia para mais uma etapa na constru&#231;&#227;o de um acordo coletivo de pesca para a regi&#227;o.&amp;nbsp;

O encontro aconteceu na Comunidade Terra Preta &amp;ndash; distante 45 km da sede do munic&#237;pio de Manicor&#233; &amp;ndash;&amp;nbsp; e reuniu cerca de 80 participantes, entre representantes das comunidades (tradicionais e ind&#237;genas) da regi&#227;o, al&#233;m de &#243;rg&#227;os governamentais e organiza&#231;&#245;es parceiras, entre eles: a Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amazonas (Sema-AM), Instituto Chico Mendes de Conserva&#231;&#227;o da Biodiversidade (ICMBio), Instituto de Desenvolvimento Agropecu&#225;rio e Florestal Sustent&#225;vel do Estado do Amazonas (Idam), The Nature Conservancy (TNC Brasil), Conselho Nacional das Popula&#231;&#245;es Agroextrativistas (CNS) e a WCS Brasil.&amp;nbsp;

Um acordo de pesca &#233; um instrumento de gest&#227;o de um territ&#243;rio (p&#250;blico ou compartilhado) que estabelece regras espec&#237;ficas para os ambientes aqu&#225;ticos, com o objetivo de solucionar conflitos e incentivar o desenvolvimento sustent&#225;vel.&amp;nbsp;

O Acordo de Pesca do Territ&#243;rio de Uso Comum (TUC) do Rio Manicor&#233; &#233; uma demanda hist&#243;rica das comunidades locais, articulado principalmente pela Central das Associa&#231;&#245;es Agroextrativistas do Rio Manicor&#233; (Caarim) e sua rede de parceiros, dentre os quais a WCS Brasil atua como um facilitador nesse processo.&amp;nbsp;&amp;nbsp;

&amp;ldquo;Ele representa um avan&#231;o significativo na gest&#227;o sustent&#225;vel dos recursos pesqueiros e uma oportunidade para enfrentar a press&#227;o sobre os recursos naturais, ao mesmo tempo em que aproveitam as potencialidades da regi&#227;o&amp;rdquo;, destaca Guillermo Stupinan, especialista em recursos pesqueiros da WCS Brasil.&amp;nbsp;

Durante a assembleia, foram abordados temas como a identifica&#231;&#227;o dos ambientes de pesca, os tipos de uso e as categorias definidas pelo zoneamento. Tamb&#233;m foram levantadas sugest&#245;es de regras para ordenamento da pesca na regi&#227;o.&amp;nbsp;

&amp;ldquo;Por meio desse esfor&#231;o coletivo, reafirmamos o compromisso com a conserva&#231;&#227;o do meio ambiente e com o bem-estar das popula&#231;&#245;es que dependem diretamente desses recursos&amp;rdquo;, disse Bruna Alves, t&#233;cnica do N&#250;cleo de Pesca da Sema-AM.&amp;nbsp;

A 2&amp;ordf; Assembleia est&#225; marcada para o m&#234;s de mar&#231;o, na comunidade Lago dos Rem&#233;dios, tamb&#233;m em Manicor&#233;.&amp;nbsp;
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Wed, 22 Jan 2025 18:25:00 GMT</pubDate> 
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    <title>WCS Brasil Anuncia Posse de seu Novo Diretor Executivo</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24003/WCS-Brasil-Anuncia-Posse-de-seu-Novo-Diretor-Executivo.aspx</link> 
    <description>Com a miss&#227;o de promover a conserva&#231;&#227;o colaborativa em territ&#243;rios-chave e da biodiversidade, com povos ind&#237;genas e comunidades locais, fundamentada na ci&#234;ncia, gerando benef&#237;cios para o planeta, o novo diretor executivo da WCS Brasil, Marcos Amend, foi empossado ontem, 2 de dezembro, no Rio de Janeiro, durante reuni&#227;o do Conselho da institui&#231;&#227;o.
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    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Tue, 03 Dec 2024 21:16:00 GMT</pubDate> 
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    <title>WCS Brasil participa de oficina de planejamento do Plano de A&#231;&#227;o Nacional para Conserva&#231;&#227;o de Esp&#233;cies Amea&#231;adas do Cerrado, Pantanal e Amaz&#244;nia (CERPAM)</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/24001/WCS-Brasil-participa-de-oficina-de-planejamento-do-Plano-de-Acao-Nacional-para-Conservacao-de-Especies-Ameacadas-do-Cerrado-Pantanal-e-Amazonia-CERPAM.aspx</link> 
    <description>A WCS Brasil esteve representada pelo especialista em Recursos Pesqueiros, Guillermo Estupi&#241;&#225;n, no planejamento do segundo ciclo do Plano de A&#231;&#227;o Nacional para Conserva&#231;&#227;o de Esp&#233;cies Amea&#231;adas do Cerrado, Pantanal e Amaz&#244;nia (CERPAM).
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Tue, 03 Dec 2024 15:11:00 GMT</pubDate> 
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    <title>WCS Brasil apoia distribui&#231;&#227;o de cestas b&#225;sicas para comunidades tradicionais na calha do Rio Madeira</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/23966/WCS-Brasil-apoia-distribuicao-de-cestas-basicas-para-comunidades-tradicionais-na-calha-do-Rio-Madeira.aspx</link> 
    <description>Cerca de 1.600 cestas b&#225;sicas chegaram &#224;s casas de fam&#237;lias afetadas pela estiagem na calha do Rio Madeira, no Amazonas. Com apoio da Wildlife Conservation Society (WCS) Brasil, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amazonas (Sema/AM) concluiu uma importante a&#231;&#227;o de apoio a comunidades isoladas.
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Mon, 25 Nov 2024 21:05:00 GMT</pubDate> 
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    <title>WCS Brasil e instituto ind&#237;gena do Alto Solim&#245;es realizam curso sobre Direitos Ind&#237;genas em Manaus</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/23965/WCS-Brasil-e-instituto-indigena-do-Alto-Solimoes-realizam-curso-sobre-Direitos-Indigenas-em-Manaus.aspx</link> 
    <description>Aconteceu, entre os dias 18 e 22 de novembro, o&amp;nbsp;segundo m&#243;dulo do curso &amp;ldquo;Direitos Ind&#237;genas e a Pol&#237;tica Nacional de Gest&#227;o Territorial e Ambiental de Terras Ind&#237;genas (PNGATI)&amp;rdquo;. A forma&#231;&#227;o foi realizada pela WCS Brasil e Instituto Ngutapa, do Alto Solim&#245;es.
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Mon, 25 Nov 2024 15:10:00 GMT</pubDate> 
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    <comments>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/23750/Conferencia-da-ONU-sobre-Biodiversidade-foi-suspensa-adotando-algumas-vitorias-mas-com-muito-mais-a-ser-feito.aspx#Comments</comments> 
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    <title>Confer&#234;ncia da ONU sobre Biodiversidade foi suspensa, adotando algumas vit&#243;rias, mas com muito mais a ser feito</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/23750/Conferencia-da-ONU-sobre-Biodiversidade-foi-suspensa-adotando-algumas-vitorias-mas-com-muito-mais-a-ser-feito.aspx</link> 
    <description>Mais de 190 pa&#237;ses na COP16 da CDB adotaram um Plano de A&#231;&#227;o Global para a Biodiversidade e a Sa&#250;de; tomaram medidas para alinhar as agendas do clima e da biodiversidade; e garantiram que a integridade ecol&#243;gica fosse inclu&#237;da nos seus planos para proteger a natureza.
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Sun, 03 Nov 2024 14:04:00 GMT</pubDate> 
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    <comments>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/23745/WCS-Brasil-e-Ministerio-do-Meio-Ambiente-e-Mudanca-do-Clima-Lancam-Protocolo-de-Intencoes-para-Conservacao-da-Biodiversidade-na-COP-16.aspx#Comments</comments> 
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    <title>WCS Brasil e Minist&#233;rio do Meio Ambiente e Mudan&#231;a do Clima Lan&#231;am Protocolo de Inten&#231;&#245;es para Conserva&#231;&#227;o da Biodiversidade na COP 16</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/23745/WCS-Brasil-e-Ministerio-do-Meio-Ambiente-e-Mudanca-do-Clima-Lancam-Protocolo-de-Intencoes-para-Conservacao-da-Biodiversidade-na-COP-16.aspx</link> 
    <description>No pen&#250;ltimo dia da Confer&#234;ncia das Partes da Conven&#231;&#227;o das Na&#231;&#245;es Unidas sobre Diversidade Biol&#243;gica (COP16), em Cali, na Col&#244;mbia, a WCS Brasil e o Minist&#233;rio do Meio Ambiente e Mudan&#231;a do Clima (MMA) lan&#231;aram oficialmente um Protocolo de Inten&#231;&#245;es que visa fortalecer a conserva&#231;&#227;o da biodiversidade no Brasil.
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Fri, 01 Nov 2024 17:10:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Brasil avan&#231;a na Conserva&#231;&#227;o de Tubar&#245;es e Raias: Oficina Nacional Capacita Servidores P&#250;blicos no Sul do Pa&#237;s</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/23685/Brasil-avanca-na-Conservacao-de-Tubaroes-e-Raias-Oficina-Nacional-Capacita-Servidores-Publicos-no-Sul-do-Pais.aspx</link> 
    <description>De 14 a 17 de outubro de 2024, o CEPSUL/ICMBio foi&amp;nbsp;palco da&amp;nbsp;Oficina Nacional de Capacita&#231;&#227;o para a Elabora&#231;&#227;o de An&#225;lises de Extra&#231;&#227;o N&#227;o Prejudicial (NDF) de Elasmobr&#226;nquios no &#194;mbito da CITES.&amp;nbsp;Organizada pela WCS Brasil e WCS Argentina, teve&amp;nbsp;apoio do Centro Nacional de Pesquisa e Conserva&#231;&#227;o da Biodiversidade Marinha do Sudeste e do Sul (CEPSUL).
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Mon, 14 Oct 2024 15:48:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Debates avan&#231;am para a constru&#231;&#227;o de uma pol&#237;tica p&#250;blica que reconhe&#231;a o resultado do esfor&#231;o de conserva&#231;&#227;o da biodiversidade no Brasil</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/22872/Debates-avancam-para-a-construcao-de-uma-politica-publica-que-reconheca-o-resultado-do-esforco-de-conservacao-da-biodiversidade-no-Brasil.aspx</link> 
    <description>A Secretaria Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do Minist&#233;rio do Meio Ambiente e Mudan&#231;a do Clima (SBio/MMA) realizou nos dias 11 e 12 de junho a oficina de trabalho &amp;ldquo;Subs&#237;dios para Regulamenta&#231;&#227;o de Medidas Efetivas Complementares de Conserva&#231;&#227;o (MECCs)&amp;rdquo;, em Bras&#237;lia-DF.
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Fri, 14 Jun 2024 16:19:00 GMT</pubDate> 
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    <title>Comunidades ribeirinhas do Amazonas recebem forma&#231;&#227;o para monitoramento de quel&#244;nios</title> 
    <link>https://brasil.wcs.org/pt-br/WCS-Brasil/Noticias/ID/22869/Comunidades-ribeirinhas-do-Amazonas-recebem-formacao-para-monitoramento-de-quelonios.aspx</link> 
    <description>Moradores de comunidades ribeirinhas do Amazonas come&#231;aram a receber capacita&#231;&#245;es t&#233;cnicas para atuar voluntariamente na prote&#231;&#227;o de praias e &#225;reas de desova de quel&#244;nios no per&#237;odo de seca. A iniciativa percorrer&#225; quatro unidades de conserva&#231;&#227;o federais e visa garantir a reprodu&#231;&#227;o das esp&#233;cies, amea&#231;adas de extin&#231;&#227;o pelo consumo desenfreado de carne e ovos.
</description> 
    <dc:creator>ibessa@wcs.org</dc:creator> 
    <pubDate>Thu, 13 Jun 2024 15:46:00 GMT</pubDate> 
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